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| Cartas rede social
O poder nas redes sociais Carta Rede Social 192 (18/06/09) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] ![]() A questão do poder precisa ser melhor tratada quando se está falando de redes. As redes empoderam seus membros (na medida do seu grau de distribuição-conectividade). Mas empoderar-se (no sentido de empowerment) é, de certo modo, o contrário de apoderar-se (no sentido de se apossar de um recurso tangível ou intangível estabelecendo um diferencial de acesso em relação a um conjunto qualquer de sujeitos e, a partir daí, estabelecer um poder sobre esses sujeitos com base na escassez desse recurso). 1 Comentário(s)
Buscadores & Polinizadores Carta Rede Social 191 (05/06/09) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] Desaprender a ensinar será tão importante quanto aprender a aprender, individual e coletivamente. Porque, no fim, não haverá ensinantes. Como buscadores e polinizadores, todos seremos aprendentes. 0 Comentário(s)
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Simpósio da Escola-de-Redes Carta Rede Social 190 (21/05/09) [Tempo estimado de leitura: 4 minutos] ![]() Temos um razoável elenco de tópicos que poderão entrar na programação: o "estado da arte" da nova ciência das redes (Análise de Redes Sociais, Redes como Sistemas Dinâmicos e Redes como Estruturas que se Desenvolvem); Redes sociais e Internet; Redes sociais, glocalização e desenvolvimento local; Redes sociais, sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa; Redes sociais como um padrão unificador da vida (o biológico e o cultural); Redes sociais e a reinvenção da política; Redes sociais, comunidades de aprendizagem e conectivismo; Redes sociais e cidades inovadoras como cidades-redes etc. 1 Comentário(s)
O empresariado e a política na sociedade hierárquica e na nova sociedade em rede Carta Rede Social 189 (07/05/09) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] No último século alguma coisa mudou, é certo: o Estado-nação se democratizou um pouco, o grande capital se pulverizou nas mãos de múltiplos acionistas (conquanto as empresas tenham permanecido monárquicas do ponto de vista dos seus sistemas de governança ou modelos de gestão), mas a tendência inercial do empresariado de buscar vantagens e privilégios no Estado (como se o Estado tivesse a eterna obrigação de proteger e promover os seus negócios) permaneceu insuflando um comportamento retrógrado e regressivo dos grandes empresários do ponto de vista político. Não foi exatamente esse tipo de comportamento que vimos agora – na crise desencadeada pela descoberta dos créditos podres do sistema habitacional americano – da parte de seguradoras, bancos e montadoras de automóveis? 0 Comentário(s)
Uma entrevista de Fritjof Capra (Primeira Parte) Carta Rede Social 188 (23/04/09) [Tempo estimado de leitura: 45 minutos] Uma tradução colaborativa - feita na http://escoladeredes.ning.com - de uma importante entrevista concedida por Fritjof Capra a Francis Pisani (2007), intitulada "Redes como um padrão unificador da vida envolvendo diferentes processos em diferentes níveis". 0 Comentário(s)
Uma entrevista de Fritjof Capra (Segunda Parte) Carta Rede Social 188 (23/04/09) Clique no título para ler a segunda parte da entrevista de Fritjof Capra a Francis Pisani. 0 Comentário(s)
A vida como rede fractal de seres interdependentes Carta Rede Social 187 (10/04/09) [Tempo estimado de leitura: 7 minutos] Como metáfora, para nós, interessados em descobrir no "subsolo" do que chamamos de sociedade aquelas "conexões de hifas" que ocorrem no invisível espaço-tempo dos fluxos, tudo isso não é nada menos do que excelente! 0 Comentário(s)
A desastrosa idéia de sucesso Carta Rede Social 186 (26/03/09) [Tempo estimado de leitura: 27 minutos] Essa idéia é desastrosa, porquanto, sob sua influência, desperdiçamos as potencialidades criativas e inovadoras das múltiplas parcerias e sinergias que o relacionamento horizontal entre as pessoas proporciona. Guiados por ela, perdemos talentos, bloqueamos a dinamização de inusitadas capacidades coletivas, matamos no embrião futuros gênios e exterminamos o mais precioso recurso para o desenvolvimento de pessoas e comunidades: o capital social (que é uma metáfora, construída do ponto de vista dos recursos necessários ao desenvolvimento, para designar nada mais do que a própria rede social). 0 Comentário(s)
O misterioso 1% Carta Rede Social 185 (12/03/09) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Veja nesta carta: como estabeleci uma relação entre o chute de Jane Jacobs (1961) – que passou tão perto da trave (a meu juízo, ela errou por um zero, mas isso era pouco na época, considerando-se o instrumental de que não-dispunha) quanto o asteróide 2009 DD45 (que errou a terra por 72 mil km, o que também é pouco em termos de distâncias astronômicas) - e o chamado fenômeno Small World. 0 Comentário(s)
O mistério de Roseto Carta Rede Social 184 (26/02/09) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] Até hoje, em todos os campos, olhamos para o ser humano como um indivíduo (como se existisse essa abstração do liberalismo iluminista) e não como uma pessoa-conectada. Seja do ponto de vista da saúde, da educação, da economia ou do desenvolvimento, olhamos para os componentes do capital humano e não para os componentes do capital social. Olhamos para os entes e não para as relações. 0 Comentário(s)
Cada um no seu quadrado Carta Rede Social 183 (12/02/09) [Tempo estimado de leitura: 13 minutos] Nossa dificuldade de aceitar o padrão de rede é função da forma como nos organizamos e não da nossa falta de capacidade de entendimento do assunto. 1 Comentário(s)
Modelos mentais ou sociais? Carta Rede Social 182 (29/01/09) [Tempo estimado de leitura: 3 minutos] A mente é uma nuvem. Mais ou menos como no clouding computing. E a computação aqui ocorre na rede social a que o indivíduo pertence. Se não mudarmos o software que "roda" nessa rede, não há como mudar o tal modelo mental. 2 Comentário(s)
A independência das cidades Carta Rede Social 181 (15/01/09) [Tempo estimado de leitura: 47 minutos] As profundas mudanças sociais que estão ocorrendo nas últimas décadas estão criando condições favoráveis à independência das cidades do ponto de vista do desenvolvimento local. Fala-se aqui – entenda-se bem – das cidades como redes de múltiplas comunidades, e não propriamente dos governos locais, das prefeituras e das outras instituições estatais que querem “representá-las” ou comandá-las (embora muitos governos e legislativos locais possam vir a ser aliados de iniciativas que, aproveitando este momento favorável, queiram levantar a bandeira da independência das cidades). 0 Comentário(s)
A independência das cidades (continuação) Carta Rede Social 181 (15/01/09) Continuação do post acima. 0 Comentário(s)
Como salvar o mundo um instante de cada vez Carta Rede Social 180 (01/01/09) [Tempo estimado de leitura: 7 minutos] Sugiro que você comece, como eu, pelo meio, lendo pelo menos quatro vezes. E depois você vai ver o que acontece. Ou não. 10 Comentário(s)
Essa história de nação... Carta Rede Social 179 (18/12/08) [Tempo estimado de leitura: 14 minutos] Eu não quero “viver junto” com quem eu não quero, apenas pelo fato de ser brasileiro, na medida em que isso signifique “não-querer viver junto” com um inglês pelo fato de ele ser inglês (e não brasileiro). Por que deveria? Quem disse que somos inimigos? A quem interessa manter esse tipo de rivalidade subjetiva? Do ponto de vista genético – a ciência biológica já mostrou – somos mesmo, todos nós, uma única grande família. Do ponto de vista cultural parece claro, a não ser que nos deixemos intoxicar pela estiolante ideologia multiculturalista, que culturas que não se polinizam mutuamente – por meio de saudável miscigenação – tendem a apodrecer. 0 Comentário(s)
O Olho de Horus: sobre os memes como softwares que "rodam" na rede social Carta Rede Social 178 (04/12/08) ![]() [Tempo estimado de leitura: 19 minutos] Nossa “wikipédia memética” está lotada de significadores replicadores que privilegiam e propagam determinadas interpretações baseadas na inevitabilidade da centralização, tais como as de que o homem é por natureza competitivo, de que sem hierarquia nenhuma sociedade ou organização poderia funcionar, de que a guerra é algo que se pode superar com mais-civilização (quando, na verdade, o que chamamos de civilização nasceu com a militarização e suas formas de estruturação do poder – como o Estado-nação – são frutos da guerra). E o problema é que essa “wikipédia” não está arquivada somente nos nossos cérebros e sim na rede social que foi vítima de seguidas centralizações, em razão, justamente, da replicação de memes verticalizadores. 2 Comentário(s)
"É possível, sem um mínimo de hierarquia?" Carta Rede Social 177 (20/11/08) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] ![]() Nossos projetos podem ser organizados segundo um padrão de rede distribuída (a rigor, com graus de distribuição maiores do que de centralização). Se nós não percebemos isso, se nós não acreditamos nisso, não é por falta de cultura e sim por excesso de cultura hierárquico-autocrática. 4 Comentário(s)
Articule você também uma escola de redes Carta Rede Social 176 (06/11/08) [Tempo estimado de leitura: 7 minutos] Fazer amigos é uma subversão de todos os mecanismos de comando-e-controle. Fazer amigos que se conectam em rede distribuída dentro de uma organização hierárquica vai desabilitando ou corrompendo os scripts dos programas verticalizadores que rodam nessa organização. 2 Comentário(s)
Sobre nossas dificuldades de organizar redes Carta Rede Social 175 (23/10/08) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] Esta carta tenta responder a pergunta: por que mesmo fazendo o proselitismo das redes distribuídas, como forma inovadora e contemporânea de organização, temos ainda imensa dificuldade de nos organizar sem centralização? Carta enviada para 14.271 destinatários. 1 Comentário(s)
A democracia é uma obra de arte (2) Carta Rede Social 174 (09/10/08) [Tempo estimado de leitura: 29 minutos] El acto de matar al lobo para excluirlo de su comida no es trivial en la historia. Los niños aprenden a hacer esto como una cosa normal y esto se transforma en un modo de vivir y por lo tanto en una cultura. No se aprende solo la técnica de matar al lobo, se aprende también la emoción que va con esto, la emoción que va con la apropiación, la emoción que va con el control. Se pierde la confianza, aparece el control, las relaciones pasan a ser relaciones de control y con ello tenemos la multiplicación del patriarcado. Carta enviada para 14.249 destinatários. 0 Comentário(s)
Tudo que é sustentável tem o padrão de rede Carta Rede Social 173 (25/09/08) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] No segundo volume da série Escola de Redes, procuro mostrar quais são os principais desafios colocados para as empresas que quiserem se manter na busca da sustentabilidade neste início do século 21. Carta enviada para 14.201 destinatários. 0 Comentário(s)
Autodidatismo Carta Rede Social 172 (11/09/08) [Tempo estimado de leitura: 16 minutos] A rigor nenhum conhecimento pode ser transferido. O conhecimento é sempre criado e recriado ou reconstruído; de certo modo, inventado. Quem não inventa nada, não aprende nada. Carta enviada para 12.303 destinatários. 5 Comentário(s)
Para fazer netweaving Carta Rede Social 171 (28/08/08) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] Veja nesta carta por que as redes sociais: não são uma invenção contemporânea; não são redes digitais; não são clubes seletos de pessoas cooperativas; não duram para sempre e nem são feitas para crescer indefinidamente; não são um instrumento para fazer a mudança; só funcionam quando existem; começam sempre com outra rede social; não "acontecem" só porque adotamos uma tecnologia interativa. Carta enviada para 10.234 destinatários 6 Comentário(s)
Na sociedade em rede Carta Rede Social 170 (14/08/08) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Imaginamos que vivemos em sociedades livres, mas, na verdade, vivemos em campos sociais perturbados por programas verticalizadores. Carta enviada para 10.221 destinatários 1 Comentário(s)
Nas redes a fenomenologia é função da topologia Carta Rede Social 169 (31/07/08) [Tempo estimado de leitura: 9 minutos] A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, entretanto, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming (enxameamento), a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente e/ou a desconstituição de ordem pré-existente (ou remanescente) e a redução do tamanho (social) do mundo (crunch) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais. 1 Comentário(s)
Topologias de rede Carta Rede Social 168 (17/07/08) [Tempo estimado de leitura: 20 minutos] A distribuição (I) cresce com o número de conexões (C). E descresce com o crescimento de nodos desconectados e de conexões eliminadas, porém em razões distintas. Eliminar um nodo pode, em alguns casos, desconectar apenas mais um nodo e, simultaneamente, muitas conexões. O número de conexões eliminadas com a eliminação de um nodo é – na razão direta do número de nodos da rede (N) – muito maior do que o número de nodos desconectados. As duas variáveis – D e E – comportam-se, assim, de modo diferente para efeitos de distribuição. 10 Comentário(s)
A democracia é uma obra de arte Carta Rede Social 167 (03/07/08) [Tempo estimado de leitura: 25 minutos] El vivir democrático es una obra de arte, no tiene que ver con eficiencia, no tiene que ver con la perfección, tiene que ver con el deseo de una convivencia en la fraternidad. Hay toda clase de argumentos que se usan para negar la convivencia democrática pero si no comprendemos que tiene que ver con los deseos y que vamos a vivir en democracia en tanto queramos vivir en democracia, sino es así, nunca vamos a vivir en democracia. 0 Comentário(s)
Ruth Cardoso Carta Rede Social Especial (26/06/08) [Tempo estimado de leitura: 4 minutos] ![]() Ruth cumpriu bem seu tempo nesta terra, com elegância e, mais do que isso, com sublimidade. Sofreu, sim, nos últimos anos, ao assistir ao derruimento sistemático das bases de um novo padrão de relação entre Estado e sociedade que tanto se esforçou por construir. Passou-se a tempo de não sofrer mais. Foi poupada do que ainda virá. 8 Comentário(s)
Escola-de-Redes Carta Rede Social 166 (19/06/08) [Tempo estimado de leitura: 5 minutos] A Escola-de-Redes é um misto de escola mesmo (ambiente favorável à realização de processos educativos) e think tank, ambos organizados em rede. É uma coligação de pessoas e grupos que integram comunidades de projeto e de prática, de aprendizagem e de pesquisa. 0 Comentário(s)
Pós-Conferência Aberta "Redes Sociais e Sustentabilidade" Carta Rede Social 165 (05/06/08) [Tempo estimado de leitura: 7 minutos] Para participar da pós-Conferência Redes Sociais e Sustentabilidade, não é necessário fazer qualquer inscrição e sim, apenas, estar lá, no CIETEP, na Avenida Comendador Franco 1341, Curitiba (fone 41 3271-7500), às 19 horas do dia 20 de junho de 2008. 0 Comentário(s)
Um experimento na blogosfera política Carta Rede Social 164 (22/05/08) [Tempo estimado de leitura: 24 minutos] Blogs dinâmicos (atualizados com alta freqüência), independentes, coletivos, abertos, baseados em participação voluntária de pessoas comuns (com pouco grau de visibilidade) podem funcionar regularmente - como novos ambientes para o exercício da liberdade de opinião política - agregando sempre mais bloggers e mais leitores? E podem contribuir para aumentar o tamanho e a tecitura da blogosfera política? 1 Comentário(s)
Um apaixonante debate sobre as redes sociais distribuídas Carta Rede Social 163 (08/05/08) [Tempo estimado de leitura: 20 minutos] A rede não existe para fazer qualquer mudança. Quando a rede existe, ela já é a mudança naquele mundo (estamos em um multiverso, não em um universo). Cada mundo distribuído é um mundo que tem validade em si (é uma experiência coletiva de vida, é a afirmação de uma nova identidade no mundo, é uma segunda criação), naquilo que diz respeito ao seu âmbito... 0 Comentário(s)
Escrevendo o livro "A Rede" Carta Rede Social 162 (24/04/08) [Tempo estimado de leitura: 14 minutos] Por que não destinar um livro ao domínio público? E por que não elaborar um livro em público, quer dizer, expondo claramente, aos leitores eventualmente interessados, o próprio processo de elaboração, não apenas os rascunhos dos capítulos já escritos, mas, inclusive, as notas e esboços de novas partes do livro que ainda serão desenvolvidas? 1 Comentário(s)
Cidades Educadoras Carta Rede Social 161 (10/04/08) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] Quem educa em uma Cidade Educadora? Os programas e as estruturas educativas ou o processo democrático? E quem educa a Cidade Educadora? 6 Comentário(s)
Sustentabilidade empresarial Carta Rede Social 160 (27/03/08) [Tempo estimado de leitura: 25 minutos] Os departamentos de responsabilidade social das empresas continuam tentando juntar ações setoriais que não têm muita relação entre si, como se combinando 800 miligramas de operação econômica, com 150 miligramas de preocupação ambiental e 50 miligramas de ação social, pudéssemos desencadear algum tipo de reação química capaz de catalisar um processo sustentável. Infelizmente, fórmulas como essa não poderão produzir 1 grama de sustentabilidade. 1 Comentário(s)
Desobstruir caminhos, estabelecer atalhos entre clusters, incluir nodos Carta Rede Social 159 (13/03/08) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming, a redução do tamanho (social) do mundo, a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente (bottom up) e/ou a desconstituição de ordem (top down) pré-existente (remanescente) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais. 2 Comentário(s)
O sucesso da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades Carta Rede Social 158 (28/02/08) [Tempo estimado de leitura: 6 minutos] O sucesso da CMDC mostrou que há um campo aberto para o pensamento e o experimentalismo inovador e um enorme contingente de pessoas, no Brasil e em outros países, que não estão mais dispostas a aceitar alfândegas ideológicas ou tribunais epistemológicos. Todos os assuntos podem e devem ser discutidos, sem o medo da patrulha ou do fiscal que vai verificar se, porventura, não está passando pela fronteira da opinião correta (a orto-doxa) algum “contrabando”, ou da burocracia sacerdotal do conhecimento que vai atestar o que é ou não é válido do ponto de vista científico ou filosófico. 0 Comentário(s)
O livro da Governança Solidária Local Carta Rede Social 157 (14/02/08) [Tempo estimado de leitura: 6 minutos] Foi aberta ontem de manhã a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, em Porto Alegre. Esperávamos alguma coisa como 2 a 3 mil pessoas, no máximo 4 mil. Cheguei a duvidar desses números, temendo que poderíamos ter plenários esvaziados. Ontem a noite, porém, o número dos inscritos já passava dos 6.900 (e as inscrições são pagas). 4 Comentário(s)
O que são realmente as redes sociais e como articulá-las Carta Rede Social 156 (31/01/08) [Tempo estimado de leitura: 19 minutos] Muita desilusão prematura com as redes nasce de uma incompreensão profunda do que elas significam realmente. Quem quer usar as redes porque está na moda, ou porque imagina que, assim, conseguirá ampliar seu poder, em geral na se dá muito bem. Até mesmo quem quer usar as redes para promover transformações em nome de uma causa, muitas vezes fica decepcionado. Por que? Porque a rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança. 4 Comentário(s)
O livro de John Dewey Carta Rede Social 155 (17/01/08) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] ![]() Para Dewey, a democracia (como idéia, na sua acepção “forte”) é local, no sentido de que a democracia é um projeto comunitário; ou, como ele próprio escreveu, em “O público e seus problemas” (1927), “a democracia há de começar em casa, e sua casa é a comunidade vicinal”. 0 Comentário(s)
O livro de David de Ugarte Carta Rede Social 154 (03/01/08) [Tempo estimado de leitura: 13 minutos] ![]() "Sob a emergência das redes distribuídas, desenha-se uma perspectiva social e política: um mundo de fronteiras difusas sem mediadores profissionalizados e “necessários”, sem elites filtradoras “insubstituíveis”. A blogosfera avança características que serão as das novas formas de organização política pluriárquica”. 0 Comentário(s)
Programação da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades Carta Rede Social 153 (20/12/07) [Tempo estimado de leitura: 25 minutos] O evento já conta com mais de 400 palestrantes confirmados, gente de todos os continentes do mundo. As inscrições para participar do evento também já estão abertas. Basta clicar em: www.cmdc2008.com.br 2 Comentário(s)
A nova "guerra fria" Carta Rede Social 152 (06/12/07) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] A onda autocratizante que varre o mundo nesta primeira década do século 21 representa um recrudescimento do estatismo. Esse fenômeno vem se refletindo inclusive no interior de alguns regimes democráticos consolidados. 4 Comentário(s)
Quatro lições do desenvolvimento local Carta Rede Social 151 (22/11/07) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] Quem quer articular e animar redes sociais deve resistir às quatro tentações seguintes: de fazer redes de instituições (em vez de redes de pessoas), de ficar fazendo reunião para discutir e decidir o que os outros devem fazer (em vez de, simplesmente, fazer), de tratar os outros como “massa” a ser mobilizada (em vez de amigos pessoais a serem conquistados) e, por último, de querer monopolizar a liderança (em vez de estimular o fenômeno da emergência da multiliderança). 1 Comentário(s)
Ainda sobre as relações entre democracia e desenvolvimento Carta Rede Social 150 (08/11/07) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Não se pode deixar de notar que os países em que a democracia representativa, considerada liberal ou burguesa, é desvalorizada em nome de uma outra democracia, supostamente mais participativa, mais direta ou mais deliberativa, mais inclusiva ou mais sintonizada com os interesses do povo, jamais conseguiram atingir bons índices de desenvolvimento humano, de desenvolvimento econômico e de desenvolvimento tecnológico. 8 Comentário(s)
Meu novo livro Carta Rede Social 149 (25/10/07) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Está saindo do prelo, nos próximos dias, meu novo livro, chamado “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler) para mudar nossa condição de analfabetos democráticos”. 0 Comentário(s)
Quarenta questões provocativas Carta Rede Social 148 (11/10/07) [Tempo estimado de leitura: 16 minutos] ![]() Você também pode ser um Palestrante. Submeta sua proposta de Comunicação ao Comitê Organizador da Conferência. Para tanto, basta que você proponha uma forma inédita de abordagem de uma das 40 questões provocativas. Veja como fazer isso entrando na seção Call for Papers do site www.cmdc2008.com.br 4 Comentário(s)
Sobre as relações entre desenvolvimento humano e democracia Carta Rede Social 147 (27/09/07) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] Cabe notar que praticamente todos os países que “deram certo” em termos de desenvolvimento humano têm regimes democráticos. 6 Comentário(s)
Dar nova vida à sociedade civil Carta Rede Social 146 (13/09/07) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] A renovação terá de vir do novo cidadão – conectado a múltiplas redes de participação cidadã – que pode agora emergir neste século 21 e não do velho cidadão arrebanhado pelas caciquias tradicionais. 4 Comentário(s)
O mito das elites malvadas e conservadoras Carta Rede Social 145 (30/08/07) [Tempo estimado de leitura: 14 minutos] As opiniões privadas da imensa maioria da nossa população – aquelas opiniões que são aferidas por pesquisas de opinião ou pelas urnas – não indicam nenhum grau significativo de conversão à democracia. 1 Comentário(s)
Sobre a chamada opinião pública Carta Rede Social 144 (16/08/07) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] ![]() Pode ocorrer que a maioria das opiniões privadas esteja em contradição com a opinião pública, mesmo quando as vertentes originalmente formadoras dessa opinião pública sejam francamente minoritárias. 2 Comentário(s)
Terceiro Setor: ‘Para-mercantil’ ou ‘Neo-governamental’? Carta Rede Social 143 (02/08/07) [Tempo estimado de leitura: 16 minutos] A força da sociedade civil que temos está justamente no fato dela não poder ser organizada pelas organizações da sociedade civil que temos. 9 Comentário(s)
O que ler sobre democracia Carta Rede Social 142 (19/07/07) [Tempo estimado de leitura: 23 minutos] Para absorver a idéia de democracia no sentido “forte” (ou “a democracia como idéia”, como queria Dewey) – e esta é uma constatação para lamentar, conquanto a afirmação seja polêmica, sobretudo aos olhos dos que gostam de historicizar o conceito de democracia até que dele se esvaia todo o conteúdo substantivo – é necessário mais não-ler do que ler os clássicos. 8 Comentário(s)
A nova metodologia do desenvolvimento local Carta Rede Social 141 (05/07/07) [Tempo estimado de leitura: 1 hora] A metodologia do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social se baseia na idéia de que o capital social depende, fundamentalmente, de duas coisas: das redes sociais (que ligam horizontalmente pessoas-com-pessoas, peer-to-peer, ou P2P) e da democracia (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão). 2 Comentário(s)
Nosso analfabetismo democrático Carta Rede Social 140 (21/06/07) [Tempo estimado de leitura: 20 minutos] Sobre o que devemos pensar para mudar nossa condição de analfabetos democráticos? Numa edição revista e ampliada reproduzo abaixo as idéias para uma alfabetização democrática que já avancei na carta anterior. 6 Comentário(s)
Sobre o pluralismo Carta Rede Social 139 (07/06/07) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] Aos que querem usar a democracia para restringi-la devemos permitir tudo, menos que a restrinjam de fato, para começar negando-lhes o uso político que queiram fazer do pluralismo, para instaurar seu (falso) pluralismo de campo ou de lado. 1 Comentário(s)
Uma excelente oportunidade Carta Rede Social 138 (24/05/07) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] Teremos nos próximos meses uma oportunidade ímpar de debater as relações entre democracia e desenvolvimento, sobretudo as relações entre a democracia na base da sociedade e no quotidiano dos cidadãos e o desenvolvimento local. 4 Comentário(s)
"Receita" para reinventar a política Carta Rede Social 137 (10/05/07) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] ![]() ‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Para ler, clique no título acima. 3 Comentário(s)
A participação em networks e a nova democracia Carta Rede Social 136 (26/04/07) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] “Conforme caminhamos para o terceiro milênio, talvez a participação em networks se torne a nova democracia, um novo elemento importante no sistema de governança, um novo modo de vida nas complexas e miraculosas condições globais do nosso estranho e maravilhoso planeta vivo, girando e circulando no universo prodigioso em uma encruzilhada de infinidade e eternidade” (Robert Muller). 4 Comentário(s)
O triângulo da sustentabilidade Carta Rede Social 135 (12/04/07) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] Sustentabilidade, como sabemos, é o grande tema contemporâneo. Podemos dizer que a sustentabilidade das sociedades humanas é o novo nome do desenvolvimento, uma característica do padrão dinâmico de rede e, ao mesmo tempo, um dos efeitos do processo de democratização. 2 Comentário(s)
Mais um texto de John Dewey Carta Rede Social 134 (29/03/07) [Tempo estimado de leitura: 13 minutos] “Democracia criativa: a tarefa que temos pela frente”, embora seja a última contribuição de Dewey à teoria da democracia, continua sendo ignorado no debate atual sobre o tema da radicalização da democracia. Tirando as linhas iniciais de apresentação coloquial, vejamos a íntegra do que ele escreveu há quase 70 anos. 3 Comentário(s)
"We lie in the lap of an immense intelligence" Carta Rede Social 133 (15/03/07) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] ‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Do ponto de vista social propriamente dito, quer dizer, da rede social e da sua fenomenologia, o que chamamos de desenvolvimento é sempre uma mudança na rede social, vale dizer, naquelas variáveis que a caracterizam. Existem mudanças sociais que podemos interpretar como desenvolvimento: são aquelas que alteram disposições no espaço-tempo dos fluxos (da rede) de sorte a produzir determinados efeitos que são vistos, de fora, coletivamente, como criação de ambientes favoráveis à inovação e ao protagonismo de aglomerados de indivíduos e, individualmente, como empoderamento de seus nodos em termos de aumento da capacidade desses indivíduos de empreender. Diga-se o que se quiser dizer sobre o desenvolvimento, tais indicadores são definitivos: não podemos falar da ocorrência do fenômeno do desenvolvimento de um determinado conjunto de seres humanos a não ser enquanto estejam sendo gerados ambientes sociais favoráveis e novas capacidades (ou habilidades ou competências) permanentes dos elementos que constituem tal conjunto. 0 Comentário(s)
Um texto de John Dewey Carta Rede Social 132 (01/03/07) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] "Os meios que a democracia se esforça por articular são aqueles próprios da atividade voluntária em total ausência de coerção; trata-se de obter assentimento e consenso sem impor violência alguma. É a força da organização inteligente versus a força da organização imposta de fora para dentro e de cima para baixo. O princípio fundamental da democracia consiste em que os fins da liberdade e da autonomia para todo indivíduo somente podem ser alcançados empregando-se meios condizentes com esses fins" (Dewey, 1937). 0 Comentário(s)
Sobre o conceito de democracia e as pervertidas concepções correntes Carta Rede Social 131 (15/02/07) [Tempo estimado de leitura: 22 minutos] Programas e ações de governos ou de outras instituições que tenham como fundamento concepções pervertidas de democracia não podem ser programas indutores do desenvolvimento social (entendida essa expressão, stricto sensu, como desenvolvimento da sociedade, constituição de ambientes favoráveis à boa-convivência ou aumento da conectividade da rede social). Podem até incrementar o capital humano (como, aliás, conseguiram fazer vários programas, ditos sociais, que foram implementados no Brasil na época do regime militar ou sob a ditadura de Pinochet no Chile), mas não conseguirão contribuir para aumentar o estoque ou o fluxo do capital social. Pelo contrário, com toda certeza, exterminarão capital social, inviabilizando ou dificultando as iniciativas individuais e coletivas dos cidadãos para promover o seu próprio desenvolvimento. 1 Comentário(s)
Ainda sobre a radicalização da democracia Carta Rede Social 130 (01/02/07) [Tempo estimado de leitura: 23 minutos] Não é possível radicalizar a democracia em autocracias. Isso é mais ou menos óbvio. O que a presente reflexão pode acrescentar – e que está longe de ser óbvio – é que a política pervertida como “arte da guerra” ou como ‘continuação da guerra por outros meios’ (a “fórmula inversa de Clausewitz”), a partir de certo grau, também impede ou dificulta extremamente a democratização da democracia (a qual é função direta, vamos dizer assim, do grau de cooperatividade da democracia ou, inversamente, do seu grau de antagonismo). Radicalizar a democracia é, assim, torná-la mais cooperativa ou menos adversarial. 0 Comentário(s)
Sobre a radicalização da democracia Carta Rede Social 129 (18/01/07) [Tempo estimado de leitura: 20 minutos] Será possível uma nova política democrática, que avance em relação às formas liberais de democracia representativa sem acabar com a democracia e, sobretudo, sem enfrear o processo de democratização da sociedade? 2 Comentário(s)
O velho sistema político Carta Rede Social 128 (04/01/07) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] Vamos analisar algumas características do atual sistema político que constituem obstáculos ao exercício de uma política democrática que liberte, ao invés de aprisionar, as energias criativas e empreendedoras da sociedade. 2 Comentário(s)
O mito da determinação econômica e a prevalência da política Carta Rede Social 127 (21/12/06) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] As evidências disponíveis apontam para a existência de uma equivalência prática entre três tipos de iniciativas ou tarefas: induzir o desenvolvimento local <=> animar redes sociais P2P <=> democratizar a política (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão). Não haverá desenvolvimento (sustentável) diante de graus insuficientes de distribuição das redes sociais e de democratização da sociedade. O agente de desenvolvimento é, assim, necessariamente, um articulador político e um animador de redes. 1 Comentário(s)
O mito da política pública Carta Rede Social 126 (07/12/06) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] Deveríamos estar mais preocupados em saber se uma política é uma política democrática (e democratizante) do que se ela é ou não é, nominal ou formalmente, uma política pública. A instalação da esfera pública é uma realidade coeva ao surgimento da democracia. Público, originalmente, era tudo aquilo que deixou de ser assunto privado do autocrata (e foi assim que, na Grécia, surgiu o espaço público, pelo mesmo ato fundante que inventou a democracia). Antes disso o Estado era um ente privado (privatizado pelo autocrata) e o surgimento da democracia significou uma publicização. 14 Comentário(s)
Mitos do desenvolvimento local Carta Rede Social 125 (23/11/06) [Tempo estimado de leitura: 14 minutos] Todas as práticas de desenvolvimento local são boas, desde que contem com o essencial: articulem e animem redes sociais e favoreçam a democracia na base da sociedade, no quotidiano do cidadão. Rede e democracia: para quem quer promover o desenvolvimento por meio do investimento em capital social, aqui se resume tudo! 2 Comentário(s)
Sobre ‘a nova burocracia associacionista das ONGs’ Carta Rede Social 124 (09/11/06) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] É forçoso reconhecer que as organizações da sociedade civil, em sua imensa maioria, ainda se estruturam como mainframes e não como networks. Quando se denominam redes, quase sempre tal denominação é indevida porquanto aplicada a estruturas verticais de poder, com topologia descentralizada e não distribuída, com baixíssimo grau de rotatividade nas suas direções e com uma burocracia que, a despeito de ser reduzida pela falta de recursos, não deixa de ser formalmente semelhante a qualquer outra burocracia baseada na opacidade dos procedimentos, na discricionariedade das decisões e na verticalidade do fluxo comando-execução. Também é forçoso reconhecer que o paradigma organizativo que adotam essas organizações ainda é aquele, digamos, das fronteiras fechadas. 1 Comentário(s)
A "rede-mãe" Carta Rede Social 123 (26/10/06) [Tempo estimado de leitura: 7 minutos] Se quisermos investir em capital social para induzir o desenvolvimento, deveremos estimular redes voluntárias P2P onde possam rodar softwares livres ao invés de construir organizações fechadas para manter em nossas mãos programas proprietários. Esse é o motivo pelo qual instituições hierárquicas constituídas para promover o desenvolvimento social têm efetividade tão baixa. Esse é o motivo pelo qual ‘a nova burocracia das ONGs’ não é capaz de desencadear verdadeiros processos de transformação social, muitas vezes aprisionando, ao invés de libertar, as forças criativas e empreendedoras das comunidades. 2 Comentário(s)
Tecnologia social e pobreza Carta Rede Social 122 (12/10/06) [Tempo estimado de leitura: 5 minutos] A superação da pobreza como insuficiência de desenvolvimento exige, para além da distribuição de renda, a distribuição de riqueza, de conhecimento e de poder. Exige, portanto, estimulo ao empreendedorismo individual e coletivo, fortalecimento do protagonismo das populações, promoção do voluntariado na consecução de ações de interesse público e participação política dos cidadãos em um novo modelo de governança solidária. 1 Comentário(s)
O grave momento em que estamos vivendo Carta Rede Social 121 (28/09/06) [Tempo estimado de leitura: 10 minutos] Se o capital social é um recurso para o desenvolvimento aventado para explicar por que certos conjuntos humanos conseguem criar ambientes cooperativos favoráveis à boa governança, à prosperidade econômica e à expansão de uma cultura cívica capaz de melhorar as suas condições de convivência social, então não estamos, no Brasil de hoje, caminhando para construir um ambiente favorável. Pelo contrário, estamos em franco retrocesso. 1 Comentário(s)
Colocando os "óculos de ver rede" Carta Rede Social 120 (14/09/06) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] ‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta dou continuidade às minhas explorações no universo das conexões ocultas que produzem o que chamamos de ‘social’. 2 Comentário(s)
Netweaving Carta Capital Social 119 (31/08/06) [Tempo estimado de leitura: 5 minutos] ‘Carta Capital Social’ (antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta volto ao meu assunto original: a indução do desenvolvimento por meio do investimento em capital social. 2 Comentário(s)
A ciência das redes Carta Capital Social 118 (17/08/06) [Tempo estimado de leitura: 27 minutos] Um texto importante para quem quer conhecer ou fazer netweaving: a boa resenha, elaborada por Jorge Miceli (do Instituto Interdisciplinario de Estudios e Investigaciones de América Latina (INDEAL) de la Facultad de Filosofía y Letras da Universidade de Buenos Aires), sobre o livro de Duncan Watts (2003), “Six Degrees: The Science of a Connected Age” (London: Random House). 2 Comentário(s)
Os quatro grandes desafios Carta Capital Social 117 (03/08/06) [Tempo estimado de leitura: 16 minutos] Estou iniciando, em algumas capitais do Brasil, uma série de seminários sobre o tema “Os quatro grandes desafios da sustentabilidade no início do século 21: 30 questões-chave colocadas para as empresas no Brasil”. 0 Comentário(s)
Indicações de leituras (4) Carta Capital Social 116 (20/07/06) [Tempo estimado de leitura: 17 minutos] Em 13 de abril, na ‘Carta Capital Social 109’, iniciei minhas indicações de leitura sobre uma nova concepção – sistêmica – de desenvolvimento. Nesta carta vou finalizar a tarefa. 0 Comentário(s)
Uma teoria da cooperação baseada em Maturana Carta Capital Social 115 (06/07/06) [Tempo estimado de leitura: 90 minutos] Na presente carta envio a íntegra do texto “Uma teoria da cooperação baseada em Maturana”. 3 Comentário(s)
Uma teoria da cooperação baseada em Maturana Carta Capital Social 115 (06/07/06) [Continuação da Carta Capital Social 115] Ver Notas e Bibliografia nos Comentários. 3 Comentário(s)
Indicações de leituras (3) Carta Capital Social 114 (22/06/06) [Tempo estimado de leitura: 12 minutos] Dando continuidade às indicações de leitura sobre a nova concepção sistêmica de desenvolvimento, vou apresentar agora as listas das dez leituras fundamentais e das dez leituras de aprofundamento na categoria B (Pressupostos). 1 Comentário(s)
Indicações de leituras (2) Carta Capital Social 113 (08/06/06) [Tempo estimado de leitura: 9 minutos] Num universo de 32 milhões de livros e 750 milhões de artigos, fico refletindo sobre a minha dificuldade de selecionar não mais do que 80 textos sobre um assunto específico: a nova concepção sistêmica de desenvolvimento. Toda dificuldade se resume em saber o que será necessário ler para captar o “DNA” do tema (ou, melhor, do estudo do tema). 1 Comentário(s)
Analisando redes sociais (2) Carta Capital Social 112 (25/05/06) [Tempo estimado de leitura: 16 minutos] Prossigo reproduzindo a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras já seguiram na ‘Carta Capital Social 111’. Seguem agora as partes II e III. 1 Comentário(s)
Analisando redes sociais (1) Carta Capital Social 111 (11/05/06) [Tempo estimado de leitura: 15 minutos] Começo a reproduzir nesta carta a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras seguem abaixo. 0 Comentário(s)
Neopopulismo e capital social Carta Capital Social 110 (28/04/06) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Gostaria de retomar um assunto que já abordei aqui, em várias cartas anteriores: os fatores exterminadores do capital social. Já sabemos que, em regimes democráticos, assistencialismo, clientelismo, centralização e práticas adversariais são os principais fatores que impedem a formação e o fluxo do capital social. Mas agora parece estar surgindo uma variante política que reúne tais fatores em uma constelação perversa. Trata-se de um novo tipo de populismo, que floresce quando líderes carismáticos e salvacionistas, apoiados por correntes estatistas e corporativistas, se apossam, pela via eleitoral, das instituições da democracia e as corrompem, gerando um ambiente degenerativo no qual o poder deletério de exterminar capital social das práticas acima mencionadas é amplamente potencializado. 1 Comentário(s)
Indicações de leituras (1) Carta Capital Social 109 (13/04/06) [Tempo estimado de leitura: 5 minutos] Vou recomendar as leituras que, a meu ver – ou seja, do ponto de vista que esposei no meu livro “Capital Social” (2001) são úteis para uma compreensão básica da nova concepção de desenvolvimento, compreendendo backgrounds (no sentido em que a moderna análise de fundamentos de teorias físicas emprega o termo), pressupostos e teorias, destacando sempre dois níveis: leituras fundamentais e leituras de aprofundamento. Em alguns temas, como capital social, vou fazer indicações de leituras recentes. 1 Comentário(s)
Não uma, senão mil políticas locais Carta Capital Social 108 (31/03/06) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] As iniciativas governamentais ou para-governamentais de incorporar o tema do desenvolvimento local, em geral apresentam pelo menos um de três problemas centrais: uma concepção setorial de desenvolvimento, uma idéia mítica de política pública e uma incompreensão das relações entre desenvolvimento e democracia. 1 Comentário(s)
O experimento de Duncan Carta Capital Social 107 (16/03/06) [Tempo estimado de leitura: 11 minutos] Resolvi transcrever nesta carta a tradução que fiz de excertos do recente experimento sobre Small-World de Peter Dodds, Roby Muhamad e Duncan Watts. O trabalho foi publicado em maio de 2003 na revista Science (2 December 2002; accepted 23 May 2003 |10.1126/science.1081058), adaptado, traduzido e republicado no meu livro “A revolução do local: globalização, glocalização, localização” no final de 2003. 2 Comentário(s)
Questões em debate Carta Capital Social 106 (02/03/06) [Tempo estimado de leitura: 23 minutos] Tendo participado da série de seminários promovidos por Comunitas, na série Nova Visão do Desenvolvimento, resolvi elaborar uma resposta aos questionamentos que foram colocados para o debate. 0 Comentário(s)
Para que serve a democracia Carta Capital Social 105 (16/02/06) [Tempo estimado de leitura: 13 minutos] Nesta semana, fui jantar com um amigo – cuja identidade preservo – e lá pelas tantas começamos a discutir sobre a democracia. Para quê, afinal, serve a democracia se não for para melhorar a vida dos seres humanos, incluir os excluídos, enfim, possibilitar maior desenvolvimento humano, social e sustentável? É o que ele perguntava. E eu respondia. A democracia não pode ser usada como instrumento para atingir essas coisas, desejáveis por certo, que pertencem, porém, a outras campos de desideratos a que se impõem os humanos, como a universalização da cidadania e a conquista da sustentabilidade. A democracia tem, sim, uma utopia, mas que não é finalística, não é o Eldorado ou a Cidade do Sol. A democracia não é o ponto de chegada e sim o modo de caminhar. A utopia da democracia – disse – é a política. É viver em liberdade como um ser político, um participante da comunidade política. 2 Comentário(s)
Thomas Friedman e a glocalização Carta Capital Social 104 (02/02/06) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] Friedman é polêmico. Freqüentemente é acusado de superficial. Eu mesmo (em “A revolução do local”: 2003) já observei que ele parece ter se deixado intoxicar demais pela ideologia do globalismo econômico (ou pelo liberalismo de mercado). Isso não significa que não deva ser lido: mas pelo que é e não pelo que não é. Ele não é um analista, um teórico da globalização e sim um jornalista ganhador de prêmios de jornalismo. 7 Comentário(s)
Quais são as propostas? Carta Capital Social 103 (19/01/06) [Tempo estimado de leitura: 9 minutos] As eleições estão chegando, mas o fundamental não está sendo discutido. Quais são as propostas que estão na mesa? Quais são os programas de governo em disputa? Existe algum projeto que considere seriamente o tema do desenvolvimento humano e social sustentável, quer dizer, da sustentabilidade? 0 Comentário(s)
O desenvolvimento local e o governo atual Carta Capital Social 102 (05/01/06) [Tempo estimado de leitura: 8 minutos] Não há como deter o desenvolvimento local. Felizmente esse processo não depende da vontade política de governos centrais, nem de políticas nacionais mais ou menos acertadas. O desenvolvimento local é parte de uma mudança social que está em curso no mundo contemporâneo. 0 Comentário(s)
Um balanço Carta Capital Social 101 (22/12/05) [Tempo estimado de leitura: 6 minutos] Estamos vivendo, subterraneamente, um período de gestação (talvez alguma coisa semelhante ao que os alquimistas chamavam de nigredo) de novos padrões de relacionamento mas também de novos padrões interpretativos. 0 Comentário(s)
Atingindo a marca dos 100 Carta Capital Social 100 (09/12/05) [Tempo estimado de leitura: 1 minuto] Começamos em 17 de dezembro de 2001, com 1.600 destinatários. Dois anos depois, no Natal de 2003, chegamos a 3.300 destinatários. Agora, com a presente ‘Carta Capital Social 100’ – comemorada hoje –, atingimos mais de 4.700 pessoas que recebem quinzenalmente esta correspondência, com absoluta regularidade. 2 Comentário(s)
No Seminário Comunitas Carta Capital Social 99 (24/11/05) [Tempo estimado de leitura: 32 minutos] A articulação entre democracia, sociedade civil e desenvolvimento pode constituir um referencial conceitual inovador para a investigação e o debate sobre novos caminhos da sociedade brasileira diante da crise de velhos modelos, concepções e práticas de governança, participação política e ação social. 1 Comentário(s)
Seminario Comunitas & RedeSol Carta Capital Social 98 (10/11/05) [Tempo estimado de leitura: 9 minutos] Na segunda quinzena deste mês estarei participando do seminário “Sociedade civil, democracia e desenvolvimento: velhos modelos e novos caminhos”. Trata-se de uma iniciativa da Comunitas e RedeSol, instância de articulação dos programas gerados pela Comunidade Solidária, que será realizada em duas edições sucessivas, no dia 21 de novembro no Rio de Janeiro e no dia 24 em São Paulo. 0 Comentário(s)
AVISO As Cartas Rede Social (ex-'Cartas Capital Social' e antigas 'Cartas DLIS') dos anos anteriores (2001 a 2005: 'Carta DLIS 1' a 'Carta Capital Social 97'), estão sendo transferidas para este novo site (e deverão estar publicadas nesta coluna em breve). Clique no título para conhecer os títulos e as datas das Cartas DLIS / Cartas Capital Social anteriores. 4 Comentário(s) |
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UM ANO SEM RUTH Compartilho aqui o que escrevi sobre Ruth Cardoso, há um ano, em artigo na Folha de S. Paulo. ![]() Ruth Augusto de Franco, Folha de São Paulo (26/06/08) A HISTÓRIA não anda para a frente. Aliás, ela não vai para lugar nenhum. Nós é que vamos. Ou não vamos. No final de 1999, o responsável pelas relações do Banco Mundial com a sociedade civil, freqüentador assíduo de nossas atividades, me dizia, num restaurante no aeroporto do Galeão, que Ruth fazia um trabalho extraordinário, mas não seria bem compreendida porque estava dez anos à frente da sua época. O que diria ele agora, quando depois de Ruth fomos parar em algum lugar do passado, 20 anos atrás? A morte não tem sentido. A menos aquele que os vivos lhe emprestamos. É uma característica dessa qualidade da alma que chamamos humanidade buscar na morte um sentido para a vida. Eis a origem do elogio fúnebre. No passamento de Ruth vejo o sentido daquelas coisas que não quero que passem: o apego à força da verdade e a rejeição a qualquer forma de manipulação do outro, sobretudo as formas hierárquicas de poder que exigem obediência. Em quase uma década de convivência, Ruth jamais nos disse, a nós, que trabalhávamos com ela como conselheiros da Comunidade Solidária, o que deveríamos fazer. Nunca tomou uma decisão em assuntos nos quais estivéssemos envolvidos sem antes nos consultar. Recusava o mando, o controle que transforma colaboradores em objetos ou em instrumentos de qualquer propósito pessoal ou coletivo de que não compartilhassem como pares, sempre como iguais. Curiosamente, era fácil irritá-la. Bastava elogiá-la para tentar captar-lhe a confiança com vistas a obter dela algum favor ou benefício. Bastava, aliás, chamá-la de primeira-dama. Se começasse assim, o interlocutor já podia desistir do seu intento. Nossa professora o desqualificaria antes mesmo da prova. Por sua banca pessoal não passavam os interesseiros. Ruth conseguia promover essa unidade, estranha para muitos nos tempos que correm, entre vida pessoal e vida política. Embora nunca tenha misturado a esfera privada com a pública, era sempre a mesma pessoa, estivesse numa recepção palaciana a um chefe de Estado, conversando com agricultores no São Francisco ou almoçando conosco, seus parceiros, em um restaurante em São Paulo. Mas tinha opinião, ah!, isso ela tinha. Não acreditava no velho sistema político que agora se derrama em exaltações póstumas. Durante os oito anos da Comunidade Solidária, jamais vi na sua agenda aqueles célebres atendimentos clientelistas a parlamentares, nem mesmo aos do partido do marido. Sei bem, pois minha sala ficava ao lado da sua. Seu comportamento inédito causava irritação, é óbvio, mas a serenidade e a firmeza moral que emanavam de seus gestos e atitudes desestimulavam qualquer protesto. E ela em privado ria à solta quando vinham lhe dizer que um deputado, senador ou dirigente partidário tentou apadrinhar ou aparelhar algumas das ações que promovíamos. Ruth era suave, tinha aquele poder "doce" que os velhos alquimistas percebiam na natureza, mas era também muito crítica, inclusive em relação ao governo Fernando Henrique, ao qual, aliás, nunca pertenceu formalmente. Quando dizíamos isso, as pessoas não acreditavam: mas como? Ela não é a mulher do presidente? Como se o fato de ser esposa do governante a tornasse também uma funcionária do governo: o que não era, nem nunca auferiu nenhuma remuneração por seu trabalho. Fosse diferente a relação que nossa cultura ocidental estabeleceu com a morte, seria melhor reconhecer que a experiência humana que presenciamos sob o nome de Ruth Corrêa Leite Cardoso foi uma vida realizada e emprestar-lhe um sentido para a caminhada que continuamos do que lamentar o seu desaparecimento. Claro, todos nós sentimos a perda, que, a mim, em particular, me afeta profundamente, depois de dez anos de trabalho conjunto, muitos diálogos e convivência praticamente cotidiana. Dez anos não são dez dias. A gente sofre porque é como se perdesse uma parte do próprio corpo. Mas Ruth cumpriu bem seu tempo nesta terra, com elegância e, mais do que isso, com sublimidade. Sofreu, sim, nos últimos anos, ao assistir ao derruimento sistemático das bases de um novo padrão de relação entre Estado e sociedade que tanto se esforçou por construir. Passou-se a tempo de não sofrer mais. Foi poupada do que ainda virá. Pobres de nós, que teremos de agüentar sozinhos, por muito tempo ainda, todos os efeitos associados à volta regressiva de um passado do qual ela quis se desvencilhar. 0 Comentário(s)
US NOW Clique no título para assistir Duration: 1 hour and 32 seconds Year: 2009 Country: United Kingdom Language: English (com legendas em português) License: CC - Attribution Non-commercial No Derivatives Genre: Documentary Producer: Banyak Films Director: Ivo Gormley Views: 1.675 (573 embedded) Posted by: banyak films on 06/05/2009 Us Now tells the stories of online networks that are challenging the existing notion of hierarchy. For the first time, it brings together the fore-most thinkers in the field of participative governance to describe the future of government. 0 Comentário(s)
MEU BLOG Meu blog atual, onde escrevo (quase) diariamente é o blog da minha página na Escola-de-Redes. É possível lê-lo na página http://escoladeredes.ning.com ou clicando diretamente aqui Para fazer comentários basta se registar na Escola-de-Redes. 3 Comentário(s)
LANÇAMENTO DO NODO-PARÁ Neste sábado, 17 de janeiro, será instituído o Nodo Pará da Escola de Redes, às 9 horas no Sindicato dos Médicos, durante o Curso de Formação Sócio-política e Estratégia de Desenvolvimento Local Amazônico, atividade realizada pela Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, rede constituída pelos Pontos de Cultura do Estado do Pará, evento voltado a 50 agentes de desenvolvimento amazônico de 4 (quatro) micro-regiões do Pará. O Sindicato dos Médicos fica localizado na Rua Boaventura da Silva, 999 – Bairro Umarizal, entre 14 de Março e Generalíssimo. Melhores informações podem ser obtidas no site www.escoladeredes.ning.com ou pelos telefones de contato 8215 1413 (Fidelis Paixão) e 8215 1331 (Carlos Siqueira) ou pelo e-mail redejuvenil@argonautas.org.br 0 Comentário(s)
ATUALIZANDO... ![]() Em janeiro e fevereiro de 2009, saltamos de 600 para 1.135 pessoas conectadas (às 06:00 de 26/02/09). Como fevereiro ainda não acabou, pode-se dizer que dobramos de tamanho durante as férias. Entre você também na Escola-de-Redes clicando em http://escoladeredes.ning.com 16 Comentário(s)
TECHNICAL NOTE FIEP, Unindus (01/12/08) TERMS OF REFERENCE REGARDING SUSTAINABILITY The present notes were written by Augusto de Franco, with the collaboration, among others, of Humberto Maturana and Instituto Matriztico, Rodrigo Rocha Loures, and Gina Paladino. 0 Comentário(s)
NODO-RIO-DE-JANEIRO TEM SEU PRIMEIRO ENCONTRO (19/12/08) Gilberto Fugimoto relata o primeiro encontro do Nodo-Rio da Escola-de-Redes. Clique no título para ler. 0 Comentário(s)
Sobre as chamadas "redes sociais" (14/12/08) Jose F. Alcântara, autor do livro La sociedad de control (2008), publicou, em dezembro do ano passado e em abril deste ano, dois artigos importantes sobre as chamadas "redes sociais" (tal como ficaram conhecidos os sites de relacionamento do tipo Facebook, Orkut etc.). Não tenho exatamente o mesmo ponto de vista de Alcântara, mas ele tem razão em muito do que coloca. Clique no título para ler os dois artigos e uma pequena nota com meu ponto de vista sobre o tema. 0 Comentário(s)
O Desenvolvimento Local Sustentável (24/11/08) Vai ser no próximo dia 27 de novembro, no SENAC SP, o lançamento do Programa de Desenvolvimento Local para América Latina e Caribe. Vou fazer a conferência de abertura. Clique no título para ver o banner com mais detalhes da programação. 3 Comentário(s)
BRASÍLIA TERÁ SEU NODO DA ESCOLA DE REDES EM 5 DEZEMBRO (23/11/08) A iniciativa Escola de Redes ganha, no dia 5 de dezembro, mais um nodo de reflexão e disseminação de idéias. O lançamento será no dia 5 de dezembro, às 18h30, na Representação do IICA no Brasil (SHIS QI 03, Lote A, Bloco F - Centro Empresarial Terracotta). O primeiro encontro presencial do grupo será seguido do lançamento dos dois primeiros livros da coleção Escola de Redes: Novas Visões e Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Quem se interessar pelo tema e desejar participar das atividades do nodo, sobretudo desse primeiro encontro, pode entrar em contato com Mário Salimon pelo email mariosalimon@mariosalimon.com 0 Comentário(s)
208 CONECTADOS (19/11/08) = Atualizado em 21/11/08 Temos agora 217 pessoas conectadas à Escola-de-Redes, 3 nodos (Curitiba, São Paulo, Porto Alegre), 1 nodo com lançamento marcado para dia 5/12 (Brasília), mais 10 nodos sendo articulados no Brasil (Rio de Janeiro, Cuiabá, São Luiz, Sudoeste Paulista, Alto Tietê, Londrina, Belém e Fortaleza, Maringá e Catanduva) e 3 nodos em cogitação no exterior (USA, Alemanha, Colômbia). É importante que todos entrem no blog www.redes.org.br e deixem lá uma mensagem. E que se registrem (de preferência com uma foto) no http://escoladeredes.ning.com Não há um site "oficial" da Escola-de-Redes. Estamos preparando um site apenas para agregar automaticamente (usando o feevy ou outro agregador) os blogs e sites das pessoas conectadas à escola e dos nodos. 0 Comentário(s)
Boas notícias da Escola-de-Redes (15/11/08) A FERRAMENTA-NING Depois que sugerimos a ferramenta-Ning, pulamos em dois dias para 185 conectados à Escola-de-Redes (Atualização de 18/11/08: hoje já são 196 conectados; and counting...) Vale a pena dar uma olhada e se registrar no http://escoladeredes.ning.com de preferência subindo uma foto. Não param aí as boas notícias. Estive em São Luiz (MA) e, em seguida, em Cuibá (MT), nos dias 13 e 14 de novembro. Mais dois nodos da Escola-de-Redes estão sendo articulados nestas localidades e, ao que tudo indica, serão lançados em breve. Aumentou também o número de interessados em compor o Nodo-Rio-de-Janeiro. No próximo dia 5 de dezembro de 2008 será lançado o Nodo-Brasília. Será a partir das 18h30 na Representação do IICA no Brasil (SHIS QI 03, Lote A, Bloco F - Centro Empresarial Terracotta). 0 Comentário(s)
LANÇAMENTOS NA EXPOTALENTOS (07/11/08) Lançamento ontem, na EXPOTALENTOS (CIETEP, Curitiba), dos dois primeiros livros da coleção Escola de Redes: ![]() Clique no título para assistir a palestra na íntegra. 0 Comentário(s)
CONECTE-SE À ESCOLA-DE-REDES Uma rede de pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. Uma boa oportunidade para conhecer com profundidade o que são redes sociais. Para se conectar clique em www.redes.org.br e deixe uma mensagem. Ou então registre-se no site http://escoladeredes.ning.com 4 Comentário(s)
As coisas falam por si (04/11/08) ![]() Chega! Deixo apenas uma foto fantástica de Curitiba, que achei na Internet hoje cedo. Ela também fala por si. 1 Comentário(s)
Preocupante (03/11/08) Não deixa de ser preocupante o fato de que mais da metade (53%) dos 193 países do mundo ainda viva sob regimes ditatoriais ou protoditatoriais. E que, portanto, apenas 90 países (reunindo 46% da população mundial) apresentem democracias formais (um cálculo com boa vontade, incluindo aquelas que são parasitadas por regimes populistas ou neopopulistas manipuladores). Isso significa que mais de 3 bilhões e meio de pessoas não têm experiência de democracia representativa - sim, refiro-me à democracia formal mesmo - ou têm uma experiência muito limitada. 0 Comentário(s)
Dificultando o controle (31/10/08) ![]() Já pensou? Redes P2P nas quais os computadores são, na verdade, transceptores-navegadores que se comunicam entre si por rádio, com sinal criptografado. Como controlar isso? É possível, mas parece bem mais difícil, não? 1 Comentário(s)
LANÇAMENTO EM CURITIBA (30/10/08) ![]() No próximo dia 6 de novembro, lançamento dos dois primeiros livros da coleção Escola de Redes em Curitiba. Clique no título para ver o banner. 0 Comentário(s)
LANÇADO ONTEM O NODO-PORTO-ALEGRE Foi lançado ontem, dia 27 de outubro de 2008, o Nodo-Porto-Alegre da Escola-de-Redes (foto abaixo). O próximo será o Nodo-Brasília, em 5 de dezembro. 2 Comentário(s)
Os perigos políticos da crise financeira (20/10/08) Mercados só teriam capacidade de autoregulação se fossem redes distribuídas de agentes econômicos. Mas isso eles não são: como vem revelando a crise atual, a desconfiança entre os bancos só existe porque suas relações configuram padrões verticais de organização. São mainframes que, na disputa mortal que travam entre si, precisam esconder a qualidade de seus ativos. 6 Comentário(s)
AS 7 ALFABETIZAÇÕES (18/10/08) A aprendizagem fundamental deveria se preocupar apenas com a alfabetização, porém em um sentido ampliado, incluindo quatro alfabetizações básicas e três alfabetizações complementares. Para ler clique no título. 6 Comentário(s)
Lançamento do Nodo de São Paulo da Escola-de-Redes (26/09/08) Foi lançado hoje de manhã, na sede da Fecomércio, mais um nodo da Escola-de-Redes: o Nodo-de-São-Paulo. Para ver mais fotos clique em www.redes.org.br ![]() 0 Comentário(s)
Os autoritários Fábio Giambiagi, Folha de São Paulo (21/09/08) Um dia o país precisará enfrentar os que, escudados nos "movimentos sociais", obstaculizam maior avanço rumo à modernidade. 1 Comentário(s)
EDUCAÇÃO PARA A DEMOCRACIA (08/09/08) Nossas lideranças políticas, nossos empreendedores – inclusive os da área social – e, por incrível que pareça, nossos inovadores em todas os campos, até mesmo os que se dedicam ao tema emergente das redes sociais, não têm formação democrática. Não estou falando dos que ficam na retaguarda, cumprindo funções burocráticas, mas sim dos que estão na ponta da inovação, daqueles que estão descobrindo, criando e experimentando novas maneiras de pensar e de fazer as coisas. A situação é mais grave do que parece, pois que a maioria desses pioneiros e desbravadores de caminhos não tem, já não se diria formação, mas, nem mesmo, alfabetização democrática. Repetimos, assim, em nossas organizações, quase sempre inconscientemente, a tradição autocrática em tudo o que diz respeito aos padrões de pensamento, ação e de interação com o mundo à nossa volta. 2 Comentário(s)
AUTODIDATISMO: A LIVRE APRENDIZAGEM HUMANA EM UMA SOCIEDADE INTELIGENTE (30/08/08) A educação para o autodidatismo deve se preocupar basicamente com a educação como domínio público. Veja neste post qual é a “formação básica” do autodidata – que constituirá o ser humano inteligente em uma sociedade inteligente do futuro – que deveria ser priorizada pela rede familiar, pelas redes comunitárias e pelas hierarquias escolares básicas (a escola fundamental nos seus primeiros anos). Clique no título para ler agora o artigo inteiro (com a primeira parte e a segunda parte). 10 Comentário(s)
O autoritarismo entra em nova era Bill Keller, New York Times / O Estado de São Paulo (24/08/08) Os chineses fizeram de sua Olimpíada uma exibição triunfante de proeza atlética e prestígio global sem abrandar seus ímpetos de controle e repressão. Desde os deslumbrantes passos de marcha na cerimônia de abertura até a ausência cuidadosamente policiada dos protestos, esta tem sido uma Olimpíada completamente livre da desordem democrática. 1 Comentário(s)
Crescimento do número de destinatários das 'CARTAS REDE SOCIAL' (15/08/08) Atualização em 26/09/08 Nova atualização em 23/10/08 A última 'Carta Rede Social 175' foi enviada para 14.271 destinatários. As pessoas podem voluntariamente entrar e sair da lista. Há uma oscilação natural. Mas o número vem aumentando (o que significa que mais pessoas estão entrando do que saindo) como se pode ver na relação abaixo das últimas quinze correspondências: Carta 175 = 14.271 Carta 174 = 14.249 Carta 173 = 14.201 Carta 172 = 12.303 Carta 171 = 10.234 Carta 170 = 10.221 Carta 169 = 10.207 Carta 168 = 10.197 Carta 167 = 10.201 Carta Esp = 10.160 Carta 166 = 10.148 Carta 165 = 10.160 Carta 164 = 10.159 Carta 163 = 10.163 Carta 162 = 10.160 0 Comentário(s)
O debate democracia-pluriarquia (3) (11/08/08) A democracia já nasceu como um projeto local. Jamais passou pela cabeça do grupo de Péricles (para citar o principal think tank que se formou em Atenas, do qual participavam Protágoras e Aspásia, dentre outros) tentar converter os espartanos ou qualquer outro povo da liga ateniense à democracia. 1 Comentário(s)
O debate democracia-pluriarquia (2) (06/08/08) Mas a brecha é a rede. Toda vez que uma rede distribuída se forma surge uma brecha, um erro no programa de controle. Portanto, independentemente de querermos chamá-la de democracia ou de pluriarquia, o fundamental é que a brecha está lá. 0 Comentário(s)
O debate democracia-pluriarquia (05/08/08) Nesse debate é melhor admitir que não existem propriamente nem democracia, nem pluriarquia, mas graus variados do processo de democratização (que é sempre um processo de desconstituição de autocracia). E que para o olhar que parte das redes sociais, entretanto, esse movimento de democratização é um movimento de distribuição. 3 Comentário(s)
DIGA NÃO DIGA NÃO! Um projeto tramita no congresso e senado para tirar sua liberdade e fechar os sites de downloads e legendas. Assine a petição e lute contra este absurdo. 3 Comentário(s)
PRECISO DE AJUDA (16/07/08) Passei os últimos dias mergulhado na investigação sobre topologia de redes. Creio que encontrei algumas coisas interessantes, ainda que usando um formalismo matemático elementar (o que, nesse caso, é bom): por exemplo, uma equação para calcular um índice de distribuição, uma matriz topológica para caracterizar as configurações possíveis de uma rede (da totalmente centralizada à totalmente distribuída). Na 'Carta Rede Social 168', que segue amanhã, vou tentar fazer um resumo do que ando desenvolvendo. Mas agora cheguei em um estágio em que preciso de ajuda. Estou, há muitos anos, afastado das abordagens matemáticas. 0 Comentário(s)
Péricles (10/07/08) No dia 22 de abril passado postei aqui a nota "Péricles, o imperfeito" (veja abaixo). Pois é. Só agora acabei de ler o livro de Claude Mossé, intitulado "Péricles - O Inventor da Democracia". É um pouco chato, mas merece ser lido, assim como tudo o que se escreveu sobre Péricles e a invenção da política na Grécia do século V. Lá no final, um verbete do glossário preparado pela autora, entretanto, salva o trabalho: "TIRANIA... Em Atenas, trata-se do poder exercido por Pisístrato e seus filhos. As instituições democráticas foram criadas para afastar qualquer risco de seu retorno". Eis aí o ponto: a democracia surge como um movimento de desconstituição da autocracia, como assinalado no meu "Alfabetização democrática". 0 Comentário(s)
MEU REENCONTRO ONTEM COM MATURANA (28/06/08) Humberto Maturana Romesin é um dos gênios do século passado. Não tenho visto ultimamemente sua produção teórica, escrita depois do década de 1990. Mas ele continua trabalhando. Estive com ele no encerramento de um curso que está ministrando em Curitiba. Conto aqui alguns detalhes desse reencontro. 5 Comentário(s)
REFLEXÕES (20/06/08) É hoje o dia do lançamento da Escola-de-Redes, durante a Pós-Conferência Aberta ao GFAL Redes Sociais e Sustentabilidade, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Será às 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada é franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem não puder comparecer, pode assistir tudo pela internet no endereço www.globalforum.com.br O site da Escola-de-Redes pode ser acessado por www.escoladeredes.org mas ainda está em construção. Coloco aqui algumas reflexões sobre o que pretendo dizer hoje a noite. Para ler clique no título. 2 Comentário(s)
FALTAM APENAS 5 DIAS... (13/06/08) Faltam apenas 5 dias para o início do GFAL - Global Forum América Latina e 7 dias para a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, que começará às 19 horas do dia 20 de junho de 2008. Estão vindo da Espanha os seguintes membros da Sociedade de las Indias Electrónicas (SIE) e do Banco Bilbao Vizcaya (BBVA), dedicados às redes sociais:1) David de Ugarte (SIE), 2) Alexandre Girard (SIE), 3) Arnau Fuentes (SIE), 4) Carlos Cilveti (BBVA), 5) Fernando Summers (BBVA), 6) Marcos Menendez (SIE), 7) Maria Rodriguez (SIE), 8) Mercedes Egido (SIE) e 9) Natália Fernandez (SIE). Os eventos ocorrerão no CIETEP, em Curitiba. Para maiores informações acesse: GFAL e BLOGOSFERA GFAL 2 Comentário(s)
AINDA TEMOS 3 VAGAS (11/06/08) Faltam apenas 7 dias para o GFAL (Global Forum América Latina, Curitiba, 18 a 20 de junho de 2008) e para a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade (que começará às 19 horas do dia 20 de junho). Os dois eventos ocorrerão no CIETEP, em Curitiba. Depois da Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, no dia seguinte (sábado, 21 de junho, das 09:00 às 18:00), teremos o Segundo Encontro com David de Ugarte, nos arredores de Curitiba, apenas para convidados. Se você está interessado em trabalhar com redes sociais, do ponto de vista teórico ou prático, envie um e-mail para mim. Restam apenas 3 vagas para esse segundo encontro reservado. 0 Comentário(s)
CONVITE (06/06/08) Participe da Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, que ocorrerá no dia 20 de junho próximo, no CIETEP, em Curitiba, a partir das 19 horas. A entrada é franca, mas as vagas são limitadas. Juan Urrutia e David de Ugarte (foto) são os palestrantes internacionais convidados. Rodrigo Loures e Augusto de Franco são os anfitriões Durante a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade será lançada a Escola-de-Redes, uma iniciativa internacional que congrega pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving, que terá um primeiro nodo no Brasil na cidade de Curitiba. 2 Comentário(s)
UM ESTUDO PARA O LOGO DA ESCOLA-DE-REDES (05/06/08) Eis um estudo - feito pelo pessoal da Sociedad de las Indias Electrónicas - para o logo da Escola-de-Redes, cujo nodo no Brasil será lançado no próximo dia 20, em Curitiba. Que tal? ![]() Escola-de-Redes é uma rede de pessoas dedicada à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. 0 Comentário(s)
MARAVILHAS DO DOMÍNIO PÚBLICO (29/05/08) Vejam só. Entreguei ao Domínio Público meu livro Alfabetização Democrática: http://alfademo.blogspot.com Poucos dias depois Carlos Boyle - http://carlosboyle.blogspot.com - resolveu traduzí-lo para o espanhol. E criou um blog semelhante ao original "con el único fin de dar a conocer las ideas de Augusto de Franco a la comunidad hispanoparlante". É ou não é uma maravilha? Para acessar a versão em espanhol clique em http://aflabetizaciondemocratica.blogspot.com/ 0 Comentário(s)
DAVID DE UGARTE NOVAMENTE NO BRASIL (07/05/08) => (26/05/08) Estiveram conosco no final de abril os ciberativistas e estudiosos de redes sociais espanhóis David de Ugarte www.deugarte.com e Natalia Fernandez http://planeta.lamatriz.org, que trabalham em Madri, na Sociedad de las Indias Electrónicas http://lasindias.com David voltará na terceira semana de junho próximo. Clique no título para ver a programação e se inserir nela. E leia, clicando no título acima, a matéria "Redes sociais para a sustentabilidade", de Thays Prado, na edição de 23/05/08 de Planeta Sustentável. 0 Comentário(s)
ALFABETIZAÇÃO DEMOCRÁTICA EM DOMÍNIO PÚBLICO (18/05/08) No blog http://alfademo.blogspot.com entrego ao Domínio Público excertos do meu livro "Alfabetização Democrática". Curitiba: FIEP / Rede de Participação Política do Empresariado, 2007. O livro em papel, com 376 páginas, foi editado como material de apoio ao curso online, "Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade" que está sendo ofertado no momento (maio de 2008) a centenas de alunos. Para se inscrever no curso clique em http://www.redeempresarial.org.br/ 0 Comentário(s)
GLOBAL FORUM AMÉRICA LATINA (13/05/08) Estou participando da preparação do Global Forum América Latina (GFAL), que ocorrerá em Curitiba, de 18 a 20 de junho próximo. Estamos criando um ambiente virtual de debate sobre os temas do encontro: uma blogosfera agregada com feevy, no endereço http://gfal.blogspot.com Meu nodo nessa rede, ainda em formação, é o blog http://augustonogfal.blogspot.com 2 Comentário(s)
OS NOVOS E TRISTES TEMPOS QUE VÊM POR AÍ (10/05/08) Tenho chamado a atenção para a nova onda do capitalismo autoritário que está se avolumando... O desfile militar de ontem, em Moscou, emitiu um sinal inequívoco do retrocesso em curso. 5 Comentário(s)
A MAIOR BUROCRACIA DO PLANETA (07/05/08) Estou lendo o livro "O segredo chinês", de Chen Guidi e Wu Chuntao (2003), infelizmente com 5 anos de atraso: só agora saiu a edição brasileira (Rio de Janeiro: Record, 2008). O livro do casal de origem camponesa, banido na China, foi premiado na França em 2004. Quem lê-lo não ficará com a menor dúvida: o que se pratica na China profunda não é propriamente o que chamamos de capitalismo e sim uma espécie de despotismo oriental baseado na extorsão de 900 milhões de camponeses. Toda vez que alguém começa a elogiar a China pela pujança de seu crescimento econômico e de suas obras faraônicas (como as que vão aparecer daqui a pouco nas Olimpiadas) é bom perguntar sempre pelos indicadores de desenvolvimento (humano, como o IDH; econômico, como o CGI; e tecnológico, como o IG). Na verdade, ver-se-á que a China, além de ser uma ditadura, construiu uma obra inigualável: a maior burocracia estatal de que se tem notícia na história. E também a maior tirania. Clique no título para ver alguns números espantosos. 1 Comentário(s)
Péricles, o imperfeito (22/04/08) Acaba de sair no Brasil a tradução do livro da historiadora francesa Claude Mossé, intitulado "Péricles - O Inventor da Democracia" (tradução de Luciano Vieira Machado). São Paulo: Estação Liberdade, 2008. Carlos Graieb faz uma resenha na Veja desta semana (clique no título para ler). Na verdade não se trata bem de uma crítica do livro, mas de Péricles. Não sei se ele - o crítico - acompanha fielmente a autora. Ainda não li o livro. Mas, a julgar pelo que escreveu Graieb, talvez ele (ou Claude Mossé) não tenha entendido bem o espírito da coisa (a coisa é a democracia: esse regime - quem diria? - tão imperfeito quanto um de seus principais expoentes, Péricles). Ele (ou ele e ela) exalçam os discursos de Péricles e reprovam seu comportamento. Parece-lhe (ao crítico e, talvez, também à autora, não posso dizer ainda) muito incoerente com o que prega. Quando é que esse pessoal vai entender que a democracia é isso mesmo, não é um regime para heróis e super-homens, mas para homens comuns, cheios de defeitos, como todos nós? Seres perfeitos são modelos para autocracias. 0 Comentário(s)
TRABALHAR EM REDE (22/04/08) Vejam só como a gente não pode ter preconceito. Encontrei há pouco, num livro de auto-ajuda, intitulado “Crer para ver”, do Dr. Wayne W. Dyer (autor do conhecido bestseller “Seus pontos fracos”), um capítulo interessante “Trabalhar em Rede: Um Meio Eficaz para o Desligamento”. Interessante porque o livro foi publicado em 1989, há quase 20 anos, portanto. No fundamental, Dyer sacou aspectos importantes das redes sociais (que até hoje muitos dos que trabalham com o assunto ainda não viram). Transcrevo abaixo o capitulo. 0 Comentário(s)
CONTATO PESSOAL COM DAVID DE UGARTE Os especialistas em redes sociais, David de Ugarte http://www.deugarte.com e Natalia Fernandez (sócios-fundadores da Sociedad de las Indias Electrónicas: http://www.lasindias.com/) de Madri, Espanha, estarão no Brasil a partir do dia 23 de abril de 2008. Recentemente publicamos a tradução do último livro de Ugarte: "O poder das redes" (Porto Alegre: CMDC / ediPUCRS, 2008). Quem trabalha com o tema e estiver interessado em fazer contato pessoal com eles por favor deixe aqui a sua mensagem ou envie um e-mail para mim. 2 Comentário(s)
'CARTA REDE SOCIAL' ULTRAPASSA 160 EDIÇÕES E 10 MIL DESTINATÁRIOS ‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para milhares de agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, do Brasil e de alguns países de lingua portuguesa e espanhola. A última 'Carta Rede Social' (a de número 161) foi encaminhada para 10.160 destinatários. Se você quiser recebê-la em seu e-mail inscreva-se na coluna ao lado. 1 Comentário(s)
QUEM VAI CONDENAR A DITADURA CHINESA? Dirigentes de organizações internacionais, chefes de Estado e de governo, celebridades, personalidades do mundo artístico, esportivo e acadêmico, estão calados. Quem participa dos protestos que estão varrendo o mundo nestes dias são as pessoas comuns. 5 Comentário(s)
Mais internautas Editorial, O Estado de São Paulo (09/04/08) A ONU calcula que 1,2 bilhão de pessoas têm acesso à internet, o que representa cerca de um sexto da população do planeta. Há dez anos, eram 70 milhões de internautas. 0 Comentário(s)
A VIA PUTIN Augusto de Franco (08/04/08) Inauguro aqui neste post uma seção sobre o que venho chamando de "Via Putin". É um fenômeno político inédito de nossos tempos, de transição para um regime autocrático a partir do processo eleitoral formalmente democrático. Convém examinar com muito cuidado esses regimes protoditatoriais, como o que Putin instalou e vem conduzindo na Federação Russa. Para começar uma notinha emitida hoje pelas agências de notícias e reproduzida pelo Estadão de hoje (clique no título para ler). 5 Comentário(s)
TIBET - APOIO AO DALAI LAMA Acabei de assinar uma petição urgente pedindo para o governo chinês ter cautela e respeito pelos direitos humanos no Tibet, e para eles abrirem o diálogo com o Dalai Lama. A crise no Tibet está séria, por isso precisamos participar dessa campanha. Basta clicar no título acima e depois no link para assinar a petição. 5 Comentário(s)
Sobre os atentados de 11 de março de 2004 Do blog de David de Ugarte (www.deugarte.com) Martes, 11 de Marzo de 2008: 4 años después A todos los que murieron o perdieron a quienes amaban en la mañana 11 de marzo de 2004. A todos los que supieron convertir en aquellos días sus móviles, sus ordenadores y su conocimiento en herramientas de un mundo nuevo. 1 Comentário(s)
Sobre a burocracia sacerdotal do conhecimento 12/03/08 O artigo de Alexandre Barros, no jornal O Estado de São Paulo de hoje, intitulado "Deixem o Portellinha estudar em paz", embora pareça apenas divertido, contém alguns questionamentos e pistas fundamentais para a crítica do poder burocrático, em especial da burocracia sacerdotal do conhecimento que ainda trava a inovação nas academias. Vale a pena ler e refletir sobre ele. 0 Comentário(s)
O Brasil e a Grã-Colômbia Demétrio Magnoli, O Estado de São Paulo (06/03/08) Lula exige desculpas sem condições da Colômbia, mas não condena incondicionalmente a guerrilha colombiana - e, sobretudo, não levanta a voz do Brasil para cobrar a cooperação logística da Venezuela e da Colômbia contra o uso das faixas de fronteiras pelas Farc. 2 Comentário(s)
Bolsa-eletrodoméstico Ali Kamel, O Globo (04/03/08) O discurso oficial agora é que o dinheiro do Bolsa-Família aumentaria a demanda por bens duráveis, o que levaria à ampliação de fábricas e ao aumento de empregos. Balela. Mesmo se fosse verdade, o consumo cresceria nas áreas carentes e a produção, nas áreas já afluentes, perpetuando as desigualdades. 1 Comentário(s)
TERMINOU A CMDC: UM SUCESSO! Augusto de Franco (17/02/08 07:36) Estive totalmente envolvido na organização (desde julho de 2006) e na realização (agora em Porto Alegre, de 13 a 16 de fevereiro de 2008), da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades (CMDC). Mais de 400 horas de atividades, cerca de 600 palestrantes de várias partes do mundo, 7 mil (!) inscritos (esperávamos uns 3 mil). Foi um mega-evento, que cumpriu um papel, vamos dizer assim, "civilizador" em relação ao que se chamava de participação social em Porto Alegre. Diversidade, pluralidade, inovação... ao invés de alinhamento ideológico ou político a um campo de concepções, barreiras para impedir a entrada de quem pensa diferente e eterna repetição das mesmas besteiras, obviedades e anacronismos, como o chamado Orçamento Participativo. Essa é a minha visão. Existem outras, porém, igualmente legítimas, sobretudo de quem, por injunções políticas (também legítimas no quadro atual da disputa por cargos representativos), não acha conveniente enfrentar diretamente as velhas concepções e práticas que ainda caracterizam as conformações estatistas, hegemonistas e autocratizantes da chamada esquerda. A iniciativa da CMDC partiu de um novo programa (lato sensu) que está sendo implementado em Porto Alegre desde o final de 2005, chamado Governança Solidária Local. Para entender melhor o que disse acima, clique no título para ler o artigo abaixo, intitulado "Minha visão da Governança Solidária Local" - um capítulo do livro, lançado anteontem na CMDC, intitulado "Olhares sobre a experiência da Governança Solidária Local" (Porto Alegre: CMDC / ediPUCRS, 2008). 4 Comentário(s)
Dois artigos importantes sobre os riscos de um nascente capitalismo contraliberal Augusto de Franco (03/02/08) Dois artigos importantes sobre os riscos, a que estamos expostos também no Brasil, dessa onda, que parece estar se avolumando, de capitalismo autoritário, de capitalismo contraliberal, de capitalismo que prescinde de democracia. O primeiro de Eduardo Graeff, na Folha de São Paulo (24/01/08) e o outro de Fernando Henrique Cardoso, n'O Estado de São Paulo (03/02/08). 0 Comentário(s)
ESSA VOCÊ NÃO PODE PERDER ![]() Porto Alegre, Campus Central da PUC, 13 a 16 de fevereiro de 2008. Clique no título acima para baixar a programação atualizada (01/02/08) do evento. Para fazer sua inscrição clique em www.cmdc2008.com.br 0 Comentário(s)
Blibliografia atualizada sobre Redes Sociais Augusto de Franco (28/01/08) Cerca de 30 títulos, talvez 40 (se incluirmos a Social Network Analysis). Quem lê-los, entretanto, ficará totalmente atualizado no assunto. 0 Comentário(s)
América Latina está ficando para trás Andrés Oppenheimer, Washington Post / O Estado de São Paulo (27/01/08) De cada xícara de café plantado na América Latina que os consumidores compram nos EUA, menos de 3% do preço vão para os agricultores da região. Os 97% restantes vão para aqueles que trabalham com engenharia genética, processamento, desenvolvimento da marca e outras atividades baseadas no conhecimento que ajudam a produzir uma xícara de café. 1 Comentário(s)
Al Qaeda: uma rede? Augusto de Franco (23/01/08) Notícia de anteontem (21/01/08), distribuída pela Reuters, diz que "os simpatizantes da Al Qaeda usam amplamente a internet para divulgar as declarações do grupo através de centenas de sites islâmicos onde qualquer um pode publicar uma mensagem. Os grupos ligados à Al Qaeda também criam seus próprios sites, que frequentemente são retirados do ar por provedores de internet". Pois é... Isso tem levado muitos a confundir a Al Qaeda com uma rede (distribuída). Como venho dizendo desde há muito, não é. Eles usam as tecnologias, as ferramentas interativas on line, que impulsionaram a atual expansão das redes, mas, no fundo, constituem uma organização centralizada, avessa à miscigenação cultural: trata-se de uma resistência culturalista à globalização. 0 Comentário(s)
De las naciones a las redes David de Ugarte, www.deugarte.com (21/01/08) Nueva redacción de la intro a “De las naciones a las redes” que recoge lo avanzado en las conversaciones y debates del último mes en el blog y en la lista de Borondón con los otros coautores. 0 Comentário(s)
Corrupção derruba Brasil em ranking de liberdade econômica Marianna Aragão, O Estado de São Paulo (16/01/08) Classificação entre as economias mais livres do mundo depende da análise de 10 itens; Brasil ficou em 101º lugar. 0 Comentário(s)
Desconfiança da população nos políticos e autoridades cresce a cada ano e já atinge mais de 80% Cecília Melo, Site Contas Abertas (08/01/08) A credibilidade dos parlamentares e das instituições governamentais, diante dos recentes escândalos de corrupção, parece estar no fundo do poço. 2 Comentário(s)
China tenta encontrar saídas para seu lixo Holly Hubbard Preston, International Herald Tribune, O Estado de São Paulo (09/01/08) Entulho urbano aumenta a uma taxa de 10% ao ano. 1 Comentário(s)
Networks, Netwars, and the Fight for the Future David Ronfeldt and John Arquilla, First Monday, volume 6, number 10 (October 2001) Recomendo aos interessados em redes e, sobretudo, no chamado swarming, que leiam esse paper de Ronfeldt e Arquilla. Não que eu concorde com a abordagem que eles escolheram e, muito menos, com tudo o que eles disseram. Por exemplo, não acredito que as redes de terroristas sejam redes distribuídas, redes propriamente ditas, redes de pessoas. Mais parecem estruturas descentralizadas (portanto, hierarquias), que utilizam meios de comunicação interativos e em tempo real que também são utilizados pelas redes sociais. Mas mesmo assim vale a pena examinar esse ponto de vista. 0 Comentário(s)
Uma ramada de neurônios (um achado) Augusto de Franco (01/01/08) Estava perdido entre meus guardados. Mas achei neste 1º de janeiro de 2008, quase dez anos depois, portanto, o texto seminal de Pierre Levy, intitulado "Uma ramada de neurônios", que foi publicado pela Folha de São Paulo no dia 15/11/98. 0 Comentário(s) |