Augusto Augusto de Franco =>CURRÍCULO AF | =>FALE COM AUGUSTO | =>ESCOLA-DE-REDES | =>A REDE | =>DEMOCRACIA | =>SUSTENTABILIDADE | =>GLOCALISMO | =>COOPERAÇÃO | =>DLIS METODOLOGIA | =>24HORAS |

Cartas REDE Social
PARA RECEBER AS CARTAS REDE SOCIAL
Se você quiser receber as 'Cartas Rede Social' por e-mail, por favor deixe aqui uma mensagem, com seu nome correto e seu e-mail.
195 Comentário(s)
Para fazer netweaving
Carta Rede Social 171 (28/08/08)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

Veja nesta carta por que as redes sociais: não são uma invenção contemporânea; não são redes digitais; não são clubes seletos de pessoas cooperativas; não duram para sempre e nem são feitas para crescer indefinidamente; não são um instrumento para fazer a mudança; só funcionam quando existem; começam sempre com outra rede social; não "acontecem" só porque adotamos uma tecnologia interativa.
0 Comentário(s)
Na sociedade em rede
Carta Rede Social 170 (14/08/08)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Imaginamos que vivemos em sociedades livres, mas, na verdade, vivemos em campos sociais perturbados por programas verticalizadores.

Carta enviada para 10.221 destinatários
0 Comentário(s)
Nas redes a fenomenologia é função da topologia
Carta Rede Social 169 (31/07/08)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, entretanto, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming (enxameamento), a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente e/ou a desconstituição de ordem pré-existente (ou remanescente) e a redução do tamanho (social) do mundo (crunch) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais.
0 Comentário(s)
Topologias de rede
Carta Rede Social 168 (17/07/08)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

A distribuição (I) cresce com o número de conexões (C). E descresce com o crescimento de nodos desconectados e de conexões eliminadas, porém em razões distintas. Eliminar um nodo pode, em alguns casos, desconectar apenas mais um nodo e, simultaneamente, muitas conexões. O número de conexões eliminadas com a eliminação de um nodo é – na razão direta do número de nodos da rede (N) – muito maior do que o número de nodos desconectados. As duas variáveis – D e E – comportam-se, assim, de modo diferente para efeitos de distribuição.
6 Comentário(s)
A democracia é uma obra de arte
Carta Rede Social 167 (03/07/08)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

El vivir democrático es una obra de arte, no tiene que ver con eficiencia, no tiene que ver con la perfección, tiene que ver con el deseo de una convivencia en la fraternidad. Hay toda clase de argumentos que se usan para negar la convivencia democrática pero si no comprendemos que tiene que ver con los deseos y que vamos a vivir en democracia en tanto queramos vivir en democracia, sino es así, nunca vamos a vivir en democracia.
0 Comentário(s)
Ruth Cardoso
Carta Rede Social Especial (26/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 4 minutos]

image

Ruth cumpriu bem seu tempo nesta terra, com elegância e, mais do que isso, com sublimidade. Sofreu, sim, nos últimos anos, ao assistir ao derruimento sistemático das bases de um novo padrão de relação entre Estado e sociedade que tanto se esforçou por construir. Passou-se a tempo de não sofrer mais. Foi poupada do que ainda virá.
2 Comentário(s)
Escola-de-Redes
Carta Rede Social 166 (19/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

A Escola-de-Redes é um misto de escola mesmo (ambiente favorável à realização de processos educativos) e think tank, ambos organizados em rede. É uma coligação de pessoas e grupos que integram comunidades de projeto e de prática, de aprendizagem e de pesquisa.
0 Comentário(s)
Pós-Conferência Aberta "Redes Sociais e Sustentabilidade"
Carta Rede Social 165 (05/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 7 minutos]

Para participar da pós-Conferência Redes Sociais e Sustentabilidade, não é necessário fazer qualquer inscrição e sim, apenas, estar lá, no CIETEP, na Avenida Comendador Franco 1341, Curitiba (fone 41 3271-7500), às 19 horas do dia 20 de junho de 2008.
0 Comentário(s)
Um experimento na blogosfera política
Carta Rede Social 164 (22/05/08)

[Tempo estimado de leitura: 24 minutos]

Blogs dinâmicos (atualizados com alta freqüência), independentes, coletivos, abertos, baseados em participação voluntária de pessoas comuns (com pouco grau de visibilidade) podem funcionar regularmente - como novos ambientes para o exercício da liberdade de opinião política - agregando sempre mais bloggers e mais leitores? E podem contribuir para aumentar o tamanho e a tecitura da blogosfera política?
1 Comentário(s)
Um apaixonante debate sobre as redes sociais distribuídas
Carta Rede Social 163 (08/05/08)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

A rede não existe para fazer qualquer mudança. Quando a rede existe, ela já é a mudança naquele mundo (estamos em um multiverso, não em um universo). Cada mundo distribuído é um mundo que tem validade em si (é uma experiência coletiva de vida, é a afirmação de uma nova identidade no mundo, é uma segunda criação), naquilo que diz respeito ao seu âmbito...
0 Comentário(s)
Escrevendo o livro "A Rede"
Carta Rede Social 162 (24/04/08)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

Por que não destinar um livro ao domínio público? E por que não elaborar um livro em público, quer dizer, expondo claramente, aos leitores eventualmente interessados, o próprio processo de elaboração, não apenas os rascunhos dos capítulos já escritos, mas, inclusive, as notas e esboços de novas partes do livro que ainda serão desenvolvidas?
1 Comentário(s)
Cidades Educadoras
Carta Rede Social 161 (10/04/08)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Quem educa em uma Cidade Educadora? Os programas e as estruturas educativas ou o processo democrático? E quem educa a Cidade Educadora?
1 Comentário(s)
Sustentabilidade empresarial
Carta Rede Social 160 (27/03/08)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

Os departamentos de responsabilidade social das empresas continuam tentando juntar ações setoriais que não têm muita relação entre si, como se combinando 800 miligramas de operação econômica, com 150 miligramas de preocupação ambiental e 50 miligramas de ação social, pudéssemos desencadear algum tipo de reação química capaz de catalisar um processo sustentável. Infelizmente, fórmulas como essa não poderão produzir 1 grama de sustentabilidade.
0 Comentário(s)
Desobstruir caminhos, estabelecer atalhos entre clusters, incluir nodos
Carta Rede Social 159 (13/03/08)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming, a redução do tamanho (social) do mundo, a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente (bottom up) e/ou a desconstituição de ordem (top down) pré-existente (remanescente) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais.
1 Comentário(s)
O sucesso da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades
Carta Rede Social 158 (28/02/08)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

O sucesso da CMDC mostrou que há um campo aberto para o pensamento e o experimentalismo inovador e um enorme contingente de pessoas, no Brasil e em outros países, que não estão mais dispostas a aceitar alfândegas ideológicas ou tribunais epistemológicos. Todos os assuntos podem e devem ser discutidos, sem o medo da patrulha ou do fiscal que vai verificar se, porventura, não está passando pela fronteira da opinião correta (a orto-doxa) algum “contrabando”, ou da burocracia sacerdotal do conhecimento que vai atestar o que é ou não é válido do ponto de vista científico ou filosófico.
0 Comentário(s)
O livro da Governança Solidária Local
Carta Rede Social 157 (14/02/08)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

Foi aberta ontem de manhã a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, em Porto Alegre. Esperávamos alguma coisa como 2 a 3 mil pessoas, no máximo 4 mil. Cheguei a duvidar desses números, temendo que poderíamos ter plenários esvaziados. Ontem a noite, porém, o número dos inscritos já passava dos 6.900 (e as inscrições são pagas).
2 Comentário(s)
O que são realmente as redes sociais e como articulá-las
Carta Rede Social 156 (31/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 19 minutos]

Muita desilusão prematura com as redes nasce de uma incompreensão profunda do que elas significam realmente. Quem quer usar as redes porque está na moda, ou porque imagina que, assim, conseguirá ampliar seu poder, em geral na se dá muito bem. Até mesmo quem quer usar as redes para promover transformações em nome de uma causa, muitas vezes fica decepcionado. Por que? Porque a rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança.
3 Comentário(s)
O livro de John Dewey
Carta Rede Social 155 (17/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

image

Para Dewey, a democracia (como idéia, na sua acepção “forte”) é local, no sentido de que a democracia é um projeto comunitário; ou, como ele próprio escreveu, em “O público e seus problemas” (1927), “a democracia há de começar em casa, e sua casa é a comunidade vicinal”.
0 Comentário(s)
O livro de David de Ugarte
Carta Rede Social 154 (03/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

image

"Sob a emergência das redes distribuídas, desenha-se uma perspectiva social e política: um mundo de fronteiras difusas sem mediadores profissionalizados e “necessários”, sem elites filtradoras “insubstituíveis”. A blogosfera avança características que serão as das novas formas de organização política pluriárquica”.
0 Comentário(s)
Programação da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades
Carta Rede Social 153 (20/12/07)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

O evento já conta com mais de 400 palestrantes confirmados, gente de todos os continentes do mundo. As inscrições para participar do evento também já estão abertas. Basta clicar em: www.cmdc2008.com.br
1 Comentário(s)
A nova "guerra fria"
Carta Rede Social 152 (06/12/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

A onda autocratizante que varre o mundo nesta primeira década do século 21 representa um recrudescimento do estatismo. Esse fenômeno vem se refletindo inclusive no interior de alguns regimes democráticos consolidados.
4 Comentário(s)
Quatro lições do desenvolvimento local
Carta Rede Social 151 (22/11/07)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Quem quer articular e animar redes sociais deve resistir às quatro tentações seguintes: de fazer redes de instituições (em vez de redes de pessoas), de ficar fazendo reunião para discutir e decidir o que os outros devem fazer (em vez de, simplesmente, fazer), de tratar os outros como “massa” a ser mobilizada (em vez de amigos pessoais a serem conquistados) e, por último, de querer monopolizar a liderança (em vez de estimular o fenômeno da emergência da multiliderança).
1 Comentário(s)
Ainda sobre as relações entre democracia e desenvolvimento
Carta Rede Social 150 (08/11/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Não se pode deixar de notar que os países em que a democracia representativa, considerada liberal ou burguesa, é desvalorizada em nome de uma outra democracia, supostamente mais participativa, mais direta ou mais deliberativa, mais inclusiva ou mais sintonizada com os interesses do povo, jamais conseguiram atingir bons índices de desenvolvimento humano, de desenvolvimento econômico e de desenvolvimento tecnológico.
8 Comentário(s)
Meu novo livro
Carta Rede Social 149 (25/10/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Está saindo do prelo, nos próximos dias, meu novo livro, chamado “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler) para mudar nossa condição de analfabetos democráticos”.
0 Comentário(s)
Quarenta questões provocativas
Carta Rede Social 148 (11/10/07)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]
image
Você também pode ser um Palestrante. Submeta sua proposta de Comunicação ao Comitê Organizador da Conferência. Para tanto, basta que você proponha uma forma inédita de abordagem de uma das 40 questões provocativas. Veja como fazer isso entrando na seção Call for Papers do site www.cmdc2008.com.br
3 Comentário(s)
Sobre as relações entre desenvolvimento humano e democracia
Carta Rede Social 147 (27/09/07)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Cabe notar que praticamente todos os países que “deram certo” em termos de desenvolvimento humano têm regimes democráticos.
4 Comentário(s)
Dar nova vida à sociedade civil
Carta Rede Social 146 (13/09/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

A renovação terá de vir do novo cidadão – conectado a múltiplas redes de participação cidadã – que pode agora emergir neste século 21 e não do velho cidadão arrebanhado pelas caciquias tradicionais.
3 Comentário(s)
O mito das elites malvadas e conservadoras
Carta Rede Social 145 (30/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

As opiniões privadas da imensa maioria da nossa população – aquelas opiniões que são aferidas por pesquisas de opinião ou pelas urnas – não indicam nenhum grau significativo de conversão à democracia.
1 Comentário(s)
Sobre a chamada opinião pública
Carta Rede Social 144 (16/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

image

Pode ocorrer que a maioria das opiniões privadas esteja em contradição com a opinião pública, mesmo quando as vertentes originalmente formadoras dessa opinião pública sejam francamente minoritárias.
2 Comentário(s)
Terceiro Setor: ‘Para-mercantil’ ou ‘Neo-governamental’?
Carta Rede Social 143 (02/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

A força da sociedade civil que temos está justamente no fato dela não poder ser organizada pelas organizações da sociedade civil que temos.
7 Comentário(s)
O que ler sobre democracia
Carta Rede Social 142 (19/07/07)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Para absorver a idéia de democracia no sentido “forte” (ou “a democracia como idéia”, como queria Dewey) – e esta é uma constatação para lamentar, conquanto a afirmação seja polêmica, sobretudo aos olhos dos que gostam de historicizar o conceito de democracia até que dele se esvaia todo o conteúdo substantivo – é necessário mais não-ler do que ler os clássicos.
8 Comentário(s)
A nova metodologia do desenvolvimento local
Carta Rede Social 141 (05/07/07)

[Tempo estimado de leitura: 1 hora]

A metodologia do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social se baseia na idéia de que o capital social depende, fundamentalmente, de duas coisas: das redes sociais (que ligam horizontalmente pessoas-com-pessoas, peer-to-peer, ou P2P) e da democracia (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão).
1 Comentário(s)
Nosso analfabetismo democrático
Carta Rede Social 140 (21/06/07)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

Sobre o que devemos pensar para mudar nossa condição de analfabetos democráticos? Numa edição revista e ampliada reproduzo abaixo as idéias para uma alfabetização democrática que já avancei na carta anterior.
6 Comentário(s)
Sobre o pluralismo
Carta Rede Social 139 (07/06/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Aos que querem usar a democracia para restringi-la devemos permitir tudo, menos que a restrinjam de fato, para começar negando-lhes o uso político que queiram fazer do pluralismo, para instaurar seu (falso) pluralismo de campo ou de lado.
1 Comentário(s)
Uma excelente oportunidade
Carta Rede Social 138 (24/05/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Teremos nos próximos meses uma oportunidade ímpar de debater as relações entre democracia e desenvolvimento, sobretudo as relações entre a democracia na base da sociedade e no quotidiano dos cidadãos e o desenvolvimento local.
4 Comentário(s)
"Receita" para reinventar a política
Carta Rede Social 137 (10/05/07)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]
image
‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Para ler, clique no título acima.
3 Comentário(s)
A participação em networks e a nova democracia
Carta Rede Social 136 (26/04/07)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

“Conforme caminhamos para o terceiro milênio, talvez a participação em networks se torne a nova democracia, um novo elemento importante no sistema de governança, um novo modo de vida nas complexas e miraculosas condições globais do nosso estranho e maravilhoso planeta vivo, girando e circulando no universo prodigioso em uma encruzilhada de infinidade e eternidade” (Robert Muller).
4 Comentário(s)
O triângulo da sustentabilidade
Carta Rede Social 135 (12/04/07)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Sustentabilidade, como sabemos, é o grande tema contemporâneo. Podemos dizer que a sustentabilidade das sociedades humanas é o novo nome do desenvolvimento, uma característica do padrão dinâmico de rede e, ao mesmo tempo, um dos efeitos do processo de democratização.
2 Comentário(s)
Mais um texto de John Dewey
Carta Rede Social 134 (29/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

“Democracia criativa: a tarefa que temos pela frente”, embora seja a última contribuição de Dewey à teoria da democracia, continua sendo ignorado no debate atual sobre o tema da radicalização da democracia. Tirando as linhas iniciais de apresentação coloquial, vejamos a íntegra do que ele escreveu há quase 70 anos.
2 Comentário(s)
"We lie in the lap of an immense intelligence"
Carta Rede Social 133 (15/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil.

Do ponto de vista social propriamente dito, quer dizer, da rede social e da sua fenomenologia, o que chamamos de desenvolvimento é sempre uma mudança na rede social, vale dizer, naquelas variáveis que a caracterizam. Existem mudanças sociais que podemos interpretar como desenvolvimento: são aquelas que alteram disposições no espaço-tempo dos fluxos (da rede) de sorte a produzir determinados efeitos que são vistos, de fora, coletivamente, como criação de ambientes favoráveis à inovação e ao protagonismo de aglomerados de indivíduos e, individualmente, como empoderamento de seus nodos em termos de aumento da capacidade desses indivíduos de empreender. Diga-se o que se quiser dizer sobre o desenvolvimento, tais indicadores são definitivos: não podemos falar da ocorrência do fenômeno do desenvolvimento de um determinado conjunto de seres humanos a não ser enquanto estejam sendo gerados ambientes sociais favoráveis e novas capacidades (ou habilidades ou competências) permanentes dos elementos que constituem tal conjunto.
0 Comentário(s)
Um texto de John Dewey
Carta Rede Social 132 (01/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

"Os meios que a democracia se esforça por articular são aqueles próprios da atividade voluntária em total ausência de coerção; trata-se de obter assentimento e consenso sem impor violência alguma. É a força da organização inteligente versus a força da organização imposta de fora para dentro e de cima para baixo. O princípio fundamental da democracia consiste em que os fins da liberdade e da autonomia para todo indivíduo somente podem ser alcançados empregando-se meios condizentes com esses fins" (Dewey, 1937).
0 Comentário(s)
Sobre o conceito de democracia e as pervertidas concepções correntes
Carta Rede Social 131 (15/02/07)

[Tempo estimado de leitura: 22 minutos]

Programas e ações de governos ou de outras instituições que tenham como fundamento concepções pervertidas de democracia não podem ser programas indutores do desenvolvimento social (entendida essa expressão, stricto sensu, como desenvolvimento da sociedade, constituição de ambientes favoráveis à boa-convivência ou aumento da conectividade da rede social). Podem até incrementar o capital humano (como, aliás, conseguiram fazer vários programas, ditos sociais, que foram implementados no Brasil na época do regime militar ou sob a ditadura de Pinochet no Chile), mas não conseguirão contribuir para aumentar o estoque ou o fluxo do capital social. Pelo contrário, com toda certeza, exterminarão capital social, inviabilizando ou dificultando as iniciativas individuais e coletivas dos cidadãos para promover o seu próprio desenvolvimento.
1 Comentário(s)
Ainda sobre a radicalização da democracia
Carta Rede Social 130 (01/02/07)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Não é possível radicalizar a democracia em autocracias. Isso é mais ou menos óbvio. O que a presente reflexão pode acrescentar – e que está longe de ser óbvio – é que a política pervertida como “arte da guerra” ou como ‘continuação da guerra por outros meios’ (a “fórmula inversa de Clausewitz”), a partir de certo grau, também impede ou dificulta extremamente a democratização da democracia (a qual é função direta, vamos dizer assim, do grau de cooperatividade da democracia ou, inversamente, do seu grau de antagonismo). Radicalizar a democracia é, assim, torná-la mais cooperativa ou menos adversarial.
0 Comentário(s)
Sobre a radicalização da democracia
Carta Rede Social 129 (18/01/07)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

Será possível uma nova política democrática, que avance em relação às formas liberais de democracia representativa sem acabar com a democracia e, sobretudo, sem enfrear o processo de democratização da sociedade?
1 Comentário(s)
O velho sistema político
Carta Rede Social 128 (04/01/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Vamos analisar algumas características do atual sistema político que constituem obstáculos ao exercício de uma política democrática que liberte, ao invés de aprisionar, as energias criativas e empreendedoras da sociedade.
2 Comentário(s)
O mito da determinação econômica e a prevalência da política
Carta Rede Social 127 (21/12/06)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

As evidências disponíveis apontam para a existência de uma equivalência prática entre três tipos de iniciativas ou tarefas: induzir o desenvolvimento local <=> animar redes sociais P2P <=> democratizar a política (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão). Não haverá desenvolvimento (sustentável) diante de graus insuficientes de distribuição das redes sociais e de democratização da sociedade. O agente de desenvolvimento é, assim, necessariamente, um articulador político e um animador de redes.
1 Comentário(s)
O mito da política pública
Carta Rede Social 126 (07/12/06)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Deveríamos estar mais preocupados em saber se uma política é uma política democrática (e democratizante) do que se ela é ou não é, nominal ou formalmente, uma política pública. A instalação da esfera pública é uma realidade coeva ao surgimento da democracia. Público, originalmente, era tudo aquilo que deixou de ser assunto privado do autocrata (e foi assim que, na Grécia, surgiu o espaço público, pelo mesmo ato fundante que inventou a democracia). Antes disso o Estado era um ente privado (privatizado pelo autocrata) e o surgimento da democracia significou uma publicização.
7 Comentário(s)
Mitos do desenvolvimento local
Carta Rede Social 125 (23/11/06)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

Todas as práticas de desenvolvimento local são boas, desde que contem com o essencial: articulem e animem redes sociais e favoreçam a democracia na base da sociedade, no quotidiano do cidadão. Rede e democracia: para quem quer promover o desenvolvimento por meio do investimento em capital social, aqui se resume tudo!
2 Comentário(s)
Sobre ‘a nova burocracia associacionista das ONGs’
Carta Rede Social 124 (09/11/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

É forçoso reconhecer que as organizações da sociedade civil, em sua imensa maioria, ainda se estruturam como mainframes e não como networks. Quando se denominam redes, quase sempre tal denominação é indevida porquanto aplicada a estruturas verticais de poder, com topologia descentralizada e não distribuída, com baixíssimo grau de rotatividade nas suas direções e com uma burocracia que, a despeito de ser reduzida pela falta de recursos, não deixa de ser formalmente semelhante a qualquer outra burocracia baseada na opacidade dos procedimentos, na discricionariedade das decisões e na verticalidade do fluxo comando-execução. Também é forçoso reconhecer que o paradigma organizativo que adotam essas organizações ainda é aquele, digamos, das fronteiras fechadas.
1 Comentário(s)
A "rede-mãe"
Carta Rede Social 123 (26/10/06)

[Tempo estimado de leitura: 7 minutos]

Se quisermos investir em capital social para induzir o desenvolvimento, deveremos estimular redes voluntárias P2P onde possam rodar softwares livres ao invés de construir organizações fechadas para manter em nossas mãos programas proprietários. Esse é o motivo pelo qual instituições hierárquicas constituídas para promover o desenvolvimento social têm efetividade tão baixa. Esse é o motivo pelo qual ‘a nova burocracia das ONGs’ não é capaz de desencadear verdadeiros processos de transformação social, muitas vezes aprisionando, ao invés de libertar, as forças criativas e empreendedoras das comunidades.
2 Comentário(s)
Tecnologia social e pobreza
Carta Rede Social 122 (12/10/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

A superação da pobreza como insuficiência de desenvolvimento exige, para além da distribuição de renda, a distribuição de riqueza, de conhecimento e de poder. Exige, portanto, estimulo ao empreendedorismo individual e coletivo, fortalecimento do protagonismo das populações, promoção do voluntariado na consecução de ações de interesse público e participação política dos cidadãos em um novo modelo de governança solidária.
1 Comentário(s)
O grave momento em que estamos vivendo
Carta Rede Social 121 (28/09/06)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

Se o capital social é um recurso para o desenvolvimento aventado para explicar por que certos conjuntos humanos conseguem criar ambientes cooperativos favoráveis à boa governança, à prosperidade econômica e à expansão de uma cultura cívica capaz de melhorar as suas condições de convivência social, então não estamos, no Brasil de hoje, caminhando para construir um ambiente favorável. Pelo contrário, estamos em franco retrocesso.
1 Comentário(s)
Colocando os "óculos de ver rede"
Carta Rede Social 120 (14/09/06)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta dou continuidade às minhas explorações no universo das conexões ocultas que produzem o que chamamos de ‘social’.

image
2 Comentário(s)
Netweaving
Carta Capital Social 119 (31/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

‘Carta Capital Social’ (antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta volto ao meu assunto original: a indução do desenvolvimento por meio do investimento em capital social.
1 Comentário(s)
A ciência das redes
Carta Capital Social 118 (17/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 27 minutos]

Um texto importante para quem quer conhecer ou fazer netweaving: a boa resenha, elaborada por Jorge Miceli (do Instituto Interdisciplinario de Estudios e Investigaciones de América Latina (INDEAL) de la Facultad de Filosofía y Letras da Universidade de Buenos Aires), sobre o livro de Duncan Watts (2003), “Six Degrees: The Science of a Connected Age” (London: Random House).
1 Comentário(s)
Os quatro grandes desafios
Carta Capital Social 117 (03/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

Estou iniciando, em algumas capitais do Brasil, uma série de seminários sobre o tema “Os quatro grandes desafios da sustentabilidade no início do século 21: 30 questões-chave colocadas para as empresas no Brasil”.
0 Comentário(s)
Indicações de leituras (4)
Carta Capital Social 116 (20/07/06)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

Em 13 de abril, na ‘Carta Capital Social 109’, iniciei minhas indicações de leitura sobre uma nova concepção – sistêmica – de desenvolvimento. Nesta carta vou finalizar a tarefa.
0 Comentário(s)
Uma teoria da cooperação baseada em Maturana
Carta Capital Social 115 (06/07/06)

[Tempo estimado de leitura: 90 minutos]

Na presente carta envio a íntegra do texto “Uma teoria da cooperação baseada em Maturana”.
3 Comentário(s)
Uma teoria da cooperação baseada em Maturana
Carta Capital Social 115 (06/07/06)

[Continuação da Carta Capital Social 115]

Ver Notas e Bibliografia nos Comentários.
3 Comentário(s)
Indicações de leituras (3)
Carta Capital Social 114 (22/06/06)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Dando continuidade às indicações de leitura sobre a nova concepção sistêmica de desenvolvimento, vou apresentar agora as listas das dez leituras fundamentais e das dez leituras de aprofundamento na categoria B (Pressupostos).
1 Comentário(s)
Indicações de leituras (2)
Carta Capital Social 113 (08/06/06)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

Num universo de 32 milhões de livros e 750 milhões de artigos, fico refletindo sobre a minha dificuldade de selecionar não mais do que 80 textos sobre um assunto específico: a nova concepção sistêmica de desenvolvimento. Toda dificuldade se resume em saber o que será necessário ler para captar o “DNA” do tema (ou, melhor, do estudo do tema).
1 Comentário(s)
Analisando redes sociais (2)
Carta Capital Social 112 (25/05/06)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

Prossigo reproduzindo a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras já seguiram na ‘Carta Capital Social 111’. Seguem agora as partes II e III.
1 Comentário(s)
Analisando redes sociais (1)
Carta Capital Social 111 (11/05/06)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Começo a reproduzir nesta carta a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras seguem abaixo.
0 Comentário(s)
Neopopulismo e capital social
Carta Capital Social 110 (28/04/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Gostaria de retomar um assunto que já abordei aqui, em várias cartas anteriores: os fatores exterminadores do capital social. Já sabemos que, em regimes democráticos, assistencialismo, clientelismo, centralização e práticas adversariais são os principais fatores que impedem a formação e o fluxo do capital social. Mas agora parece estar surgindo uma variante política que reúne tais fatores em uma constelação perversa. Trata-se de um novo tipo de populismo, que floresce quando líderes carismáticos e salvacionistas, apoiados por correntes estatistas e corporativistas, se apossam, pela via eleitoral, das instituições da democracia e as corrompem, gerando um ambiente degenerativo no qual o poder deletério de exterminar capital social das práticas acima mencionadas é amplamente potencializado.
1 Comentário(s)
Indicações de leituras (1)
Carta Capital Social 109 (13/04/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

Vou recomendar as leituras que, a meu ver – ou seja, do ponto de vista que esposei no meu livro “Capital Social” (2001) são úteis para uma compreensão básica da nova concepção de desenvolvimento, compreendendo backgrounds (no sentido em que a moderna análise de fundamentos de teorias físicas emprega o termo), pressupostos e teorias, destacando sempre dois níveis: leituras fundamentais e leituras de aprofundamento. Em alguns temas, como capital social, vou fazer indicações de leituras recentes.
1 Comentário(s)
Não uma, senão mil políticas locais
Carta Capital Social 108 (31/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

As iniciativas governamentais ou para-governamentais de incorporar o tema do desenvolvimento local, em geral apresentam pelo menos um de três problemas centrais: uma concepção setorial de desenvolvimento, uma idéia mítica de política pública e uma incompreensão das relações entre desenvolvimento e democracia.
0 Comentário(s)
O experimento de Duncan
Carta Capital Social 107 (16/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Resolvi transcrever nesta carta a tradução que fiz de excertos do recente experimento sobre Small-World de Peter Dodds, Roby Muhamad e Duncan Watts. O trabalho foi publicado em maio de 2003 na revista Science (2 December 2002; accepted 23 May 2003 |10.1126/science.1081058), adaptado, traduzido e republicado no meu livro “A revolução do local: globalização, glocalização, localização” no final de 2003.
1 Comentário(s)
Questões em debate
Carta Capital Social 106 (02/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Tendo participado da série de seminários promovidos por Comunitas, na série Nova Visão do Desenvolvimento, resolvi elaborar uma resposta aos questionamentos que foram colocados para o debate.
0 Comentário(s)
Para que serve a democracia
Carta Capital Social 105 (16/02/06)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

Nesta semana, fui jantar com um amigo – cuja identidade preservo – e lá pelas tantas começamos a discutir sobre a democracia. Para quê, afinal, serve a democracia se não for para melhorar a vida dos seres humanos, incluir os excluídos, enfim, possibilitar maior desenvolvimento humano, social e sustentável? É o que ele perguntava. E eu respondia. A democracia não pode ser usada como instrumento para atingir essas coisas, desejáveis por certo, que pertencem, porém, a outras campos de desideratos a que se impõem os humanos, como a universalização da cidadania e a conquista da sustentabilidade. A democracia tem, sim, uma utopia, mas que não é finalística, não é o Eldorado ou a Cidade do Sol. A democracia não é o ponto de chegada e sim o modo de caminhar. A utopia da democracia – disse – é a política. É viver em liberdade como um ser político, um participante da comunidade política.
2 Comentário(s)
Thomas Friedman e a glocalização
Carta Capital Social 104 (02/02/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Friedman é polêmico. Freqüentemente é acusado de superficial. Eu mesmo (em “A revolução do local”: 2003) já observei que ele parece ter se deixado intoxicar demais pela ideologia do globalismo econômico (ou pelo liberalismo de mercado). Isso não significa que não deva ser lido: mas pelo que é e não pelo que não é. Ele não é um analista, um teórico da globalização e sim um jornalista ganhador de prêmios de jornalismo.
2 Comentário(s)
Quais são as propostas?
Carta Capital Social 103 (19/01/06)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

As eleições estão chegando, mas o fundamental não está sendo discutido. Quais são as propostas que estão na mesa? Quais são os programas de governo em disputa? Existe algum projeto que considere seriamente o tema do desenvolvimento humano e social sustentável, quer dizer, da sustentabilidade?
0 Comentário(s)
O desenvolvimento local e o governo atual
Carta Capital Social 102 (05/01/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Não há como deter o desenvolvimento local. Felizmente esse processo não depende da vontade política de governos centrais, nem de políticas nacionais mais ou menos acertadas. O desenvolvimento local é parte de uma mudança social que está em curso no mundo contemporâneo.
0 Comentário(s)
Um balanço
Carta Capital Social 101 (22/12/05)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

Estamos vivendo, subterraneamente, um período de gestação (talvez alguma coisa semelhante ao que os alquimistas chamavam de nigredo) de novos padrões de relacionamento mas também de novos padrões interpretativos.
0 Comentário(s)
Atingindo a marca dos 100
Carta Capital Social 100 (09/12/05)

[Tempo estimado de leitura: 1 minuto]

Começamos em 17 de dezembro de 2001, com 1.600 destinatários. Dois anos depois, no Natal de 2003, chegamos a 3.300 destinatários. Agora, com a presente ‘Carta Capital Social 100’ – comemorada hoje –, atingimos mais de 4.700 pessoas que recebem quinzenalmente esta correspondência, com absoluta regularidade.
2 Comentário(s)
No Seminário Comunitas
Carta Capital Social 99 (24/11/05)

[Tempo estimado de leitura: 32 minutos]

A articulação entre democracia, sociedade civil e desenvolvimento pode constituir um referencial conceitual inovador para a investigação e o debate sobre novos caminhos da sociedade brasileira diante da crise de velhos modelos, concepções e práticas de governança, participação política e ação social.
1 Comentário(s)
Seminario Comunitas & RedeSol
Carta Capital Social 98 (10/11/05)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

Na segunda quinzena deste mês estarei participando do seminário “Sociedade civil, democracia e desenvolvimento: velhos modelos e novos caminhos”. Trata-se de uma iniciativa da Comunitas e RedeSol, instância de articulação dos programas gerados pela Comunidade Solidária, que será realizada em duas edições sucessivas, no dia 21 de novembro no Rio de Janeiro e no dia 24 em São Paulo.
0 Comentário(s)
AVISO
As Cartas Rede Social (ex-'Cartas Capital Social' e antigas 'Cartas DLIS') dos anos anteriores (2001 a 2005: 'Carta DLIS 1' a 'Carta Capital Social 97'), estão sendo transferidas para este novo site (e deverão estar publicadas nesta coluna em breve). Clique no título para conhecer os títulos e as datas das Cartas DLIS / Cartas Capital Social anteriores.
0 Comentário(s)

<< voltar